Saturday, February 28, 2009

MAIS DETALHES NO BLOG DO MEU AMIGO
ETE na Barra do Sambaqui
Casan não convence moradores
Acompanhe abaixo as reproduções das projeções feitas pelo superintendente de Meio Ambiente da Casan, Cláudio Floriani, no item referente ao "licenciamento ambiental".
O último tópico (fevereiro de 2009)
confirma que a ordem de serviço foi assinada em 14 de janeiro último sem nenhuma licença ambiental.
Salão da Capela de São Sebastião ficou lotadana audiência pública da Câmara de Vereadores.
Só faltou a Casan dizer:
ESGOTO NO MANGUE, NÃO!
A Casan assinou ordem de serviço para o início das obras do sistema de esgotos do distrito de Santo Antônio de Lisboa, com base apenas em um Relatório Técnico Preliminar de 2004, que levou em conta a legislação da época e precisa ser atualizado. Também não existe o Estudo de Impacto Ambiental-Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA) ou sequer estudos de correntes marinhas para o emissário que lançará o efluente tratado no mar. Eles aiunda estão sendo feitos pela Univali. As revelações são do superintendente de Meio Ambiente da Casan, Cláudio Floriani, feitas na audiência pública da Câmara de Vereadores realizada sexta-feira (27.2) à noite na Barra do Sambaqui.
O salão paroquial da Capela de São Sebastião ficou completamente tomado pelos moradores, que acompanharam e participaram dos trabalhos conduzidos pelo presidente da comissão de Meio Ambiente da Câmara, vereador Aurélio Valente Júnior (PP). Estavam presentes quase todos os vereadores de Florianópolis, entre eles o autor da proposta de audiência, Ricardo Camargo Vieira (PC do B), e mais: César Belloni Faria (DEM), Ricardo Camargo Vieira (PC do B), Celso Sandrini (PMDB), João Amin (PP), Dalmo Menezes (PP), Renato Geske (PR), Márcio de Souza (PT), Asael Pereira (PSB) e Edinon Manoel da Rosa (PSB).A primeira a fazer uso da palavra foi Adriane Ferreira, do movimento Esgoto no Mangue, Não!, que falou em nome dos conselhos comunitários da Barra de Sambaqui e Sambaqui e do clube Triunfo. Depois foi a vez da Casan, através de seu diretor técnico, Cezar de Luca, que passou a palavra ao porta-voz da empresa Sócio Ambiental, Ricardo Arcari, que realizou o tal Relatório Técnico Preliminar de 2004. A opção pela construção da ETE na Barra do Sambaqui, segundo Arcari, foi devido ao menor custo. Depois dele foi a vez de Floriani. Na seqüência falaram representantes de entidades do Pontal de Jurerê/Daniela e do Sul da Ilha e diversos moradores do distrito.A doutora Ariane Laurenti, professora de Química da Universidade Federal de Santa Catarina, fez uma exposição sobre o lançamento de nutrientes que não são filtrados pelas ETEs (fósforo, nitrogênio) e ampliam as chances de aparecimentos das marés vermelhas. Ela também realizou estudos das correntes marinhas das baías Norte e Sul de Florianópolis, onde concluiu que a influência da circulação do mar na região da foz dos rios Ratones e Veríssimo "é zero, não tem". Ou seja, se o emissário for instalado no local, o efluente vai se manter ali ou retornar e contaminar o manguezal com os nutrientes.O chefe da Estação Ecológica de Carijós, Apoena Figueiroa, voltou a exigir que a Casan apresente um EIA-RIMA para que a licença ambiental a ser emitida pela Fatma possa ser aprovada. Diversos vereadores se manifestaram favoráveis à reivindicação dos moradores. O representante do prefeito e secretário adjunto de Saneamento, Nelson Bittencourt, disse que foi enviado pelo chefe do Executivo para ouvir os anseios da comunidade. Como ele só ouviu condenações ao projeto da Casan, deve recomendar ao prefeito Dário Berger que intervenha ao lado dos moradores.Um momento emocionante da audiência foi a intervenção de Nelson Makowieki, filho do falecido professor João Makowieki, proprietário da área onde a Casan pretende erguer a ETE. Após denunciar tentativas da empresa de "invasão" da área, leu um poema do poeta russo Maiakovski. Não foi tomada nenhuma decisão na audiência. Mas ficou evidente e bem argumentado que a comunidade não quer a ETE na Barra do Sambaqui. Só faltou a Casan dizer que, diante da vontade geral... No mangue, não!

Friday, February 27, 2009

DEU NA FOLHONA, ACROBACIAS DE UM GOVERNO PRA ENCHER AS BURRAS DOS BANDIDOS COM DINHEIRO DA VIUVA.
MANDA ESTA CAMBADA PRA CUBA.

27/02/2009 - 17h39
Mendes defende que Ministério Público investigue repasses públicos para invasores de terras.
Folha Online
O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, disse hoje em entrevista à Rádio Bandeirantes que o Ministério Público deveria investigar os repasses de recursos públicos para associações e entidades que participam de invasões de terras. Mendes disse que esses repasses são ilegais, pois esses grupos invadem propriedades, inclusive públicas.
"É minha sugestão: que o Ministério Público faça um levantamento das situações existentes, dos grupos envolvidos nas invasões e dos repasses obtidos. o TCU poderia atuar com rigorosa fiscalização. Mas o Ministério Público também poderia investigar todos os processos em tramitação. Invadir propriedade é crime. É preciso que haja atenção para esse tema em toda a sua dimensão", disse Mendes à Bandeirantes.
Segundo ele, as invasões acabam recebendo dinheiro público por meio de repasses feitos para entidades de agricultores sem terra. "São recursos dos ministérios, especialmente do Ministério da Reforma Agrária, para associações, cooperativas, sob a rubrica de contribuições, ajuda para instalações de indústrias ou iniciativa de pequenas empresas. Esses recursos estão sendo usadas pelo movimento para invasão de terra para perpetrar até mesmo violência contra o poder público. Nós temos invasões de prédios públicos."
Na quarta-feira, Mendes classificou as invasões de terras públicas e privadas de "ilegais", Mendes disse que o governo não pode disponibilizar seus recursos para qualquer entidade ligada a invasões --sob pena de ser responsabilizado por esses atos.
"Há uma lei que proíbe o governo de subsidiar esse tipo de movimento. Dinheiro público para quem comete ilícito é também uma ilicitude. Aí a responsabilidade é de quem subsidia", afirmou.
O líder sem-terra José Rainha Júnior disse que irá pedir uma audiência com Mendes para explicar que os sem-terra do Pontal do Paranapanema (oeste de SP) "não são um movimento de bandidos". "Não somos criminosos. Lutar pela terra faz parte do processo democrático. As terras do Pontal já foram declaradas públicas", disse Rainha, que está desautorizado pelo MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) de agir e falar em nome do movimento.
Investigação
A Polícia Federal em Presidente Prudente abriu inquérito para investigar suposto desvio de verbas federais repassadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário a entidades ligadas a sem-terra que atuam no Pontal do Paranapanema.
Segundo o procurador da República Luiz Roberto Gomes, uma denúncia anônima aponta suposto uso de notas fiscais falsas para justificar os gastos irregulares. O recurso era destinado para viabilizar a produção de biodiesel em assentamentos rurais em São Paulo.
Gomes disse que a investigação que será feita pela PF vai confirmar se houve ou não irregularidades nos gastos e qual o valor do desvio. "Por enquanto, não dá pra dizer que houve desvio e nem quanto foi desviado", disse o procurador.
A investigação da PF vai se concentrar em dois convênios firmados entre 2006 e 2007 que juntos somam cerca de R$ 3 milhões em repasses.

Thursday, February 26, 2009

Acabei de ser lembrado pela equipe do Jornal Impacto que eles já tinham publicado materia semelhante, mas nao custa dar uma esquentadinha na encrenca jogada pra baixo do tapete.

O Impacto já avia publicado na edição n° 60, 11 de fevereiro.
Valeu a dica, vamos manter atualizado os assuntos relevantes.
É sempre bom saber que nem tudo está perdido, entre os veiculos de comunicaçao que se destacam na luta pela Honestidade e transparencia
com o bem Publico está o Jornal Impacto,Diarinho de Itajai e a Gazeta de Joinville.
E pra nao ficar de fora uma infinidade de BLOGs, de Jornalistas indempendentes, que estao na luta pela Moralidade com o bem Publico.

http://impactosc.blogspot.com/2009/02/lhs-bonzinho-da-r-5-milhoes-pra-record.html
LHS bonzinho dá R$ 5 milhões pra Record e pra RBS
Parece que o governo do Estado continua nadando em dinheiro. Dinheiro público, diga-se de passagem. E não é pouca coisa. Agora, para continuar nas graças das redes de televisão Ric/ Record e RBS/Globo o governador Luiz Henrique autorizou a continuação do contrato de compra de exemplares de jornais e revistas das citadas empresas. Sem licitação, lógico. E sem o aval dos setores técnicos da Secretaria da Educação.
Ric/Record
Mas, como se sabe que tanto o Ministério Público como o Tribunal de Contas estão, digamos assim, mais lentos antes do início do ano. Nosso ano, diga-se de passagem, só começa em março. Até lá tudo passa mais fácil pelos poderes que deveriam vigiar os investimentos da grana da população. Parece que tá todo mundo de férias. Segundo nota publicada no blog De Olho na Capital, foi publicado no diário oficial do estado a compra, por parte do Governo do Estado, de 30 mil assinaturas da Revista ITS, do Grupo Ric/Record – família Petrelli, de Curitiba. É uma revista dirigida para o público jovem que custará ao estado, segundo o blog, R$ 225 mil por mês, ou a bagatela de R$ 7,50 por exemplar. Deve ser o valor da tiragem inteira. E, com uma compra deste porte, estranha-se não haver nenhum desconto. Vai ver a Ric precisa de grana para indenizar os autores daquele processo em que ela deve cerca de R$ 90 milhões. As tais assinaturas, ao longo de um ano, representam a bagatela de R$ 2 milhões 500 mil somente neste ano, sem licitação, já que as assinaturas são para os meses de fevereiro a dezembro deste ano. As assinaturas não tem aval dos setores técnicos da Secretaria da Educação. Mas foram aprovadas mesmo assim.
RBS/Globo
Mas, como diz o blog o Governo do Estado não deixou o Grupo RBS na mão – família Sirotsky, de Porto Alegre. Renovou, também sem licitação, as assinaturas anuais dos jornais Diário Catarinense e A Notícia, pertencentes do grupo, por R$ 1 milhão 200 mil e R$ 1 milhão 400 mil respectivamente. Também sem licitação e sem a necessária aprovação dos setores técnicos competentes da Secretaria da Educação (SEE). Aliás, dizem à boca pequena nos corredores da SEE que os departamentos técnicos não apenas não assinaram como foram taxativamente contrários às assinaturas dos três periódicos. Enfim, coisas do governo do PMDB e da imprensa domesticada. Sabe-se que o pedido de compra foi feito pelo diretor de Educação Básica da Secretaria da Educação, Antônio Elízio Pazeto. Cargo comissionado, mas sem o aval da equipe técnica da Secretaria. Assim, as duas compras, com valores que ultrapassam os R$ 5 milhões, para ser mais exato são R$ 5 milhões 100 mil até dezembro deste ano. Vai ver a RBS também precisa de grana para indenizar aquele empresário que ganhou deles, na justiça, a bagatela de R$ 24 milhões 500 mil. Depois o governador Luiz Henrique critica o Tribunal Superior Eleitoral por achar que ele realmente fez campanha com o chapéu dos outros. Ou, como disse aquele colunista, é coisa de Pasquim. A diferença, vale lembrar, é entre ser um ‘pelego’, uma imprensa domesticada, e uma imprensa livre.
Liberdade de imprensa
Depois de fatos como estes é que se pode dizer, com certeza, que a verdade dita pelo empresário Nei Silva, aquela da revista Metrópole, lembra, é apenas uma gota de água em um oceano de negócios não bem esclarecidos montados a partir da porta da sala de entrada do palácio do governo. E, para piorar nossa situação, com a conivência dos poderes que são pagos pelos catarinenses para vigiar estes ‘investimentos’. A grande dúvida que fica é se os jornais e revista não poderiam ser usados pela educação básica de outra forma. Inclusive, existe na Secretaria da Educação, um projeto chamado Jornal na Sala de Aula feito nos anos 90 e totalmente desprezado pelos governantes. O projeto foi elogiado por secretários e técnicos da SEE, além de autoridades do MEC. Mas, côo se sabe, beneficiava apenas as empresas que faziam parceria com as escolas nos municípios, e não aos grandes grupos de comunicação.
Sem almoço grátis
Mas, como disse aquele ministro do TSE: “Não existe almoço grátis”. Alguém sempre paga a conta dos desmandos e dos negócios escusos. Depois, lá no TSE, a coisa pega pro lado dos políticos que são acusados de fazerem falcatruas com a grana da população. A compra de jornais estaduais, de qualidade duvidosa, sempre levanta dúvidas na SEE que insiste em levar informação local às salas de aula em todas as cidades do estado. Ou seja, para a SEE a informação local é muito mais útil para a formação educacional e de caráter de uma criança do que a informação estadual desconhecida e longe da realidade que vive aquele estudante. Mas, isto, pelo visto, não tem muita importância nem para as redes que vendem os produtos nem par ao governador Luiz Henrique e muito menos par ao deputado secretário Paulo Bauer (PSDB).
DEPOIS DE A RIC TER QUE PAGAR UMA ENCRECA DE 90 PILAS
AGORA É A VEZ DA GRANDONA
DEU NO JORNAL IMPACTO -- RBS LEVA UM TOMBO DE 24 PILAS NO CAIXA
DEU NA GAZETA DE JOINVILLE
A FESTA COM A GRANA DA VIUVA.
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Estado desembolsa R$ 5,1 milhões com jornais e revista dos grupos RBS e RIC Sem consultar educadores e livre de licitação, governo engorda conta de grupos de comunicação

A preocupação em engordar o faturamento de poderosos grupos de comunicação tem se tornado uma verdadeira obsessão por parte do governador Luiz Henrique da Silveira (PMDB). Enquanto reclama publicamente que o Estado perdeu desde novembro mais de R$ 200 milhões com os reflexos da crise mundial e com as enchentes que assolaram Santa Catarina, fechado em seu confortável gabinete, uma de suas primeiras ações em 2009 foi garantir um ano sem crise para dois grandes grupos de comunicação do Estado. A título de fornecimento de jornais e revistas para escolas da rede estadual, o governo repassará por mais um ano R$ 5,1 milhões dos cofres públicos aos grupos RIC e RBS.

Alegando continuidade ao "Programa Leitura de Jornais e Revistas em Sala de Aula", o Estado publicou recentemente no Diário Oficial a aquisição, sem necessidade de licitação, de 30 mil revistas ITS, do Grupo RIC. O impresso é dirigido ao público jovem e custará ao Estado R$ 225 mil por mês – R$ 7,50 por exemplar. Ao final do contrato, que vai de fevereiro a dezembro, o Estado gastará R$ 2,5 milhões.

A RBS também foi aquinhoada com a boa ação de Luiz Henrique. O grupo gaúcho, que detém o oligopólio sobre a mídia impressa do Estado, foi contemplado com a renovação do contrato de assinatura dos tabloides Diário Catarinense (ao custo de R$ 1,2 milhão) e A Notícia (R$ 1,4 milhão).

Educadores garantem que não foram consultados sobre a escolha dos jornais e revistas. O Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Sinte) investiga a denúncia e pode questionar na Justiça os critérios que levaram a Secretaria Estadual de Educação a dispensar licitação e priorizar grande soma de recursos públicos em duas instituições privadas.
A ‘bondade’ virou lei em 2003

A legislação que instituiu o Programa de Leitura de Jornais e Revistas em Sala de Aula é um arremedo de boas intenções. O inciso I do Art. 2º enumera que uma das ênfases da lei é "a convivência com o pluralismo de idéias", um sonho sabidamente impossível depois que o Grupo RBS adquiriu o Jornal A Notícia, criando um oligopólio no mercado editorial catarinense e assim ditando as regras a todos os seus impressos.
A iniciativa do Estado de adquirir vultosa quantidade de jornais e revistas sob o pretexto de serem utilizados de forma pedagógica foi institucionalizada através de um projeto de lei da então deputada estadual Simone Schramm (PMDB). O projeto não encontrou resistências por parte do Executivo e foi sancionado rapidamente pelo governador Luiz Henrique, que a transformou na lei nº 12.773/2003.

Quatro anos depois, através da lei estadual nº 14.076/2007, o governo alterou o artigo 6º da legislação antiga, dispensando a Secretaria Estadual de Educação de fazer a licitação para a contratação de empresas para fornecer as publicações.

Em 2007, a bancada do PT na Assembleia Legislativa divulgou um levantamento realizado no ano anterior que constatou que o governo do Estado gastou R$ 48,19 milhões em propaganda. O valor foi 395% superior ao destinado a pastas como Asssistência Social, 263% superior ao aplicado à Habitação e 171% a mais em relação ao artigo 170 (bolsa de estudos).

Presidente da Fenaj vê ameaça à democracia e à liberdade de opinião

O presidente da Federação dos Jornalistas de Santa Catarina (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, considera que a iniciativa do governo não é boa para a democracia, uma vez que ao privilegiar os dois principais grupos de comunicação do Estado, o governo acaba colocando em risco e democracia e a liberdade de opinião. "A democracia exige pluralidade de pensamento. Infelizmente, não é isso que vem acontecendo em SC", comentou por telefone o jornalista.
Para o sindicalista, uma das soluções para evitar que essa situação se repita seria a criação de um Conselho de Comunicação Estadual para fiscalizar a aplicação de recursos do governo em mídia. "O uso de dinheiro público deve ter regras claras e uma das atribuições do conselho seria fiscalizar a aplicação dos recursos na mídia", afirma.

Para professora, perigo está nas amarras da negociação

Professora de Sociologia na Faculdade de Comunicação Social do Ielusc, Valdete Daufemback pondera que quanto mais material escrito as escolas receberem, melhor para a educação, desde que os professores estejam habilitados para trabalhar didaticamente com este recurso pedagógico em sala de aula. "Qualquer material é possível ser utilizado de forma reflexiva". Porém, Valdete acredita que o Estado deveria ser mais responsável e investir mais em livros e revistas.

O perigo, segundo a professora está "nas amarras político-partidárias que se estabelecem nestas relações e transações comerciais", afirma. Valdete vê com preocupação a indiferença da sociedade em relação aos atos dos governantes e dos meios de comunicação. "Enquanto a população se alimenta com a despolitização não creio que os governantes mudem a maneira de governar", afirma.

Para Valdete, a imprensa não critica governo nenhum quando tem interesses econômicos.

Diretor de Educação Básica defende aquisições

O diretor de Educação Básica da Secretaria Estadual de Educação, Antonio Elizio Pazeto, quem teria realizado o pedido de compra das 30 mil revistas e as milhares de assinatura dos tabloides A Notícia e Diário Catarinense, afirmou que a iniciativa da secretaria seguiu os ditames da lei estadual 14.076. Por e-mail, Pazeto respondeu as perguntas formuladas pela reportagem.

Que critérios pedagógicos foram utilizados na escolha dos jornais e revistas?
O critério utilizado na aquisição de jornais e revistas aos alunos e professores tem por base: a) o que expressa a Lei Estadual 14.076/2007, artigo 6º, §1º; b) a importância de a escola estimular a leitura tanto sobre temas gerais como especializados.

Os professores reclamam que não foram consultados. O que o senhor diz sobre isso?
A aquisição de jornais, revistas e livros tem por base os projetos pedagógicos dos cursos, levantamento junto aos professores ou direções das escolas, bem como avaliação ao final de cada ano.

Não seria mais apropriado comprar livros no lugar das revistas?
A Secretaria adquiriu, em 2008 e neste início de 2009, livros para leitura a todos os alunos de ensino fundamental e médio, livros e revistas especializadas a todos os professores, num montante de recursos superior a R$ 35 milhões.

O senhor tem registro do uso destas revistas em sala de aula pelos alunos?
A avaliação sobre a utilização de jornais e revistas em sala de aula aponta uso e aproveitamento por parte dos alunos e professores, particularmente, em relação a temas transversais relacionados à diversidade. Nesse sentido, é apontada a importância da continuidade.

Por que investir R$ 5 milhões em renovação de assinatura de jornais e revistas. A diretoria não teria outras prioridades?
Como anteriormente indicado, o montante de recursos investido em livros e revistas especializadas é seis vezes superior ao valor despendido, sem considerar que, para ficar no âmbito da minha Diretoria, valor superior a R$ 30 milhões foi aplicado em laboratórios, equipamentos eletrônicos e material didático, no período 2008 e 2009.
às 2/25/2009 10:29:00 AM

Tuesday, February 17, 2009

PARE E REFLITA

Poesia do Profeta Gentileza
“A natureza não vende terra,
a natureza não cobra pra dar alimentação para nós.
Esse dia lindo,
essa luz que está em cima de nós, a nossa vida,
ou seja, vem do mundo, é de graça,
é Deus nosso Pai que dá.
Agora o capeta do homem que é o capitalismo, é que vende tudo, destrói tudo,
destruindo a própria humanidade.

Capeta vem de origem capital.
É o vil metal
Faz o diabo, demônio marginal.
Por esse motivo, a humanidade vive mal.
Mal de situação,
mau de maldade,
porque o capitalismo é falsidade,
o pranto de toda a maldade,
raiz de toda a perversidade do mundo.
É o dinheiro.

O dinheiro destrói a mente da humanidade.
O dinheiro coloca a humanidade surdo.
O dinheiro destói o amor.
O dinheiro cega.
O dinheiro mata.

Todo dia você lê jornal, ouve rádio,
televisão, só vê barbaridade:
é crime, é assalto, é sequestro, é vício, nudez, devassidão, fome e guerra.
Vai ver qual é a causa:
capitalismo.”

Friday, February 13, 2009


Como eu costumo passar meus finais de semana neste paraiso ai, e meu amigo Celso Martins mora lá, este blog endoça o manifesto.


13/02/2009

Ibama faz vistoria na Barra do Sambaqui
Moradores da Barra de Sambaqui e Sambaqui e dirigentes de
entidades locais acompanharam os técnicos da EstaçãoEcológica de Carijós na vistoria da área da ETE da Casan.
Técnicos da Estação Ecológica de Carijós/Ibama estiveram hoje de manhã (13.2) vistoriando a área onde a Casan pretende instalar a estação de tratamento de esgotos, no final da Barra do Sambaqui, junto ao manguezal de Ratones e o rio Veríssimo. Segundo o chefe da unidade de conservação, Apoena Figueiroa, são aguardados os estudos de impacto ambiental que devem ser encaminhados pela Fundação de Meio Ambiente do Estado (Fatma). Com os estudos em mãos, vai ser possível verificar a existência de ameaças ou não à flora e à fauna local (biota). Se existirem ameaças, o Ibama pode sugerir mudanças ou mesmo vetar a obra. Figueiroa reafirmou se a obra da estação for iniciada sem o aval da Estação ela será embargada.
Marco que indica os limites da Estação de Carijós está situadodentro do terreno onde pode sair a ETE. Ao contrário do quefoi dito por Cláudio Floriani, responsável pela área demeio ambiente da Casan, a unidade de conservação nãocomeça "no lado de lá do rio" Veríssimo.
Começa bem antes.

O Conselho Comunitário do Pontal de Jurerê (Daniela) divulgou carta alertando sobre as ameaças que a estação de esgotos da Casan pode representar para o meio ambiente da região.
Carta à PopulaçãoPERIGO AMBIENTAL E SANITÁRIO no Norte da IlhaEm 14 de janeiro de 2009, foi assinada a ordem de serviços de R$ 11,398 milhões para a construção de uma Estação de Tratamento de Esgotos - ETE que vai atender Cacupé, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui, e ficará localizada na Barra do Sambaqui. Os recursos são provenientes do PAC/BNDES e as obras iniciarão logo após o Carnaval.Ocorre que até o momento a Companhia Catarinense de Águas e Saneamento S. A. - CASAN não apresentou um projeto sobre como irá tratar o esgoto, sendo certo que existirão resíduos que não serão tratados. Ademais, não há qualquer Estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), tanto para a construção desta ETE, mas, principalmente, sobre o método de tratamento do esgoto e o destino dos resíduos que não serão tratados.Notem que a apresentação e discussão prévia de projeto com a comunidade e os licenciamentos (inclusive o EIA/RIMA) são exigências legais, que devem ser atendidas para que possam ser iniciadas as obras.O mais preocupante é que a estação será construída a pouquíssimos metros do Rio Veríssimo (vide fotos), dentro no Manguezal de Ratones, isto é, dentro da Estação Ecológica dos Carijós, uma área “ambientalmente sensível” que exige todas as preocupações ecológicas, pois, além de temer os corriqueiros “acidentes” de despejo de esgoto sem tratamento, freqüentes na ETE da Baía Sul, seguramente os resíduos que não poderão ser tratados serão despejados diretamente no mangue, de forma permanente (ininterrupta), poluindo não apenas a Estação Ecológica dos Carijós, mas também a Baía da Daniela (atualmente denominada de Praia do Pontal de Jurerê), as praias localizadas ao sul (Sambaqui, Santo Antônio de Lisboa e Cacupé) e ao norte (Pontal de Jurerê, Forte, Jurerê Internacional e Jurerê).Especialistas dizem que o esgoto que não consegue ser tratado somente pode ser despejado em mar aberto, onde exista profundidade suficiente e sem o perigo que as correntes marítimas possam trazer estes resíduos químicos para as praias. Este local certamente não está nas Baías da Ilha de Santa Catarina, cuja profundidade é mínima, tanto que não podem entrar navios transatlânticos.Ainda que tal abuso esteja sendo profundamente investigado pelo Ministério Público, não podemos deixar que este luta seja feita exclusivamente pelos moradores da Barra do Sambaqui, pois esta deve ser uma preocupação de toda a sociedade civil florianopolitana.Estão em perigo: o ecossistema da Estação Ecológica dos Carijós, a balneariabilidade e a beleza das praias vizinhas, o turismo local, o mercado imobiliário e, inclusive, a maricultura, tão ameaçada pelas recentes “marés vermelhas” (colônias de algas nocivas que se proliferam em águas poluídas).Precisamos nos mobilizar para impedir que se inicie uma obra pública sem qualquer licenciamento da FATMA e do IBAMA, sem qualquer segurança ambiental e que poluirá o mangue, as praias vizinhas e afetará as atividades econômicas da região.É preciso que seja esclarecido que queremos saneamento básico sim, mas com o mínimo de responsabilidade ambiental. Não se trata de uma mobilização politiqueira, mesquinha e pequena, mas um autêntico movimento de todos aqueles cidadãos que querem poder mostrar para os seus filhos, netos e bisnetos a ainda linda Florianópolis.Se você ama este “pedacinho de terra perdido no mar”, una-se a esta batalha para impedir que estas agressões possam se concretizar.Neste sábado, dia 14 de fevereiro de 2009, às 10 horas, será realizada uma ampla carreata, saída da Barra do Sambaqui em direção a Santo Antônio de Lisboa, ao final será realizado um ato público, em frente à Igreja de Nossa Senhora das Necessidades. Participe!Ainda, no dia 27 de fevereiro de 2009, às 19:00 horas, será realizada uma Audiência Pública da Câmara dos Vereadores (e não da CASAN), no Salão Paroquial da Igreja da Barra do Sambaqui.Ajude-nos a divulgar este movimento e envie para todos os seus amigos e conhecidos.

Conselho Comunitário do Pontal de Jurerê

Wednesday, February 11, 2009

Monday, February 09, 2009

DEPOIS DE RECEBER "REMEDIO" TETEFON, AS BARATAS SAIM DA TÓCA TUDO DESORIENTADAS, NAO SABEM QUAL CAMINHO TOMAR.

PRA QUEM GOSTA DE LER NO IDIOMA DOS TURISTAS:
http://translate.google.com/translate?hl=en&sl=pt&u=http://jlcibilsfotojornalismo.blogspot.com/&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dhttp://jlcibilsfotojornalismo.blogspot.com/%26hl%3Den
Deem uma olhada no estado que a gurizada revoltada deixou o cadeiao do Estreito.

ESTES SAO OS CADEADOS

DA VERGONHA,ACHO FOI

COMPRADO NO CAMELO.



Pra entender um pouco melhor,


esta fotografia ai de cima, é de um armario




onde os agentes prisionais, guardavam as




armas, dai foi levado uma calibre 12,




uma calibre 380 e dois treis oitao.




--------------- X --------------------




A fotografia ai de baixo se voces repararem




esta cheia de cadeados que sao das celas,




alguns estao serrados, outros estao quebrados.

Estas outras duas fotografias ai de baixo, da para se




ver bem o estado que esta o cadeiao,




uma verdadeira imundice, se imagem desse para




sentir cheiro, ninguem ia aguentar a fedentina,




a falta de higiene é grande.




As condiçoes de trabalho em um local




como este é desumana.

VERGONHA PRO ESTADO DE SANTA CATARINA,
MAIS UMA VEZ FUGA NO CADEIAO DO ESTREITO.DE 133 PRESOS, 66 FUGIRAM, SENDO QUE FORAM REACPTURADOS 18 E UM SE ENTREGOU ACOMPANHADO DE DOIS ADVOGADOS, SOMAM-SE 19 DEVOLTA AO NINHO, FALTANDO SEREM RECONDUZIDOS AOS SEUS APOSENTOS 47.POPULAÇAO DO ESTREITO NAO DORME A NOITE COM MEDO DOS BONS MOÇOS SOLTOS NA VIZINHANÇA DO ESTADIO ORLANDO ESCARPELLI.Para dar uma olhada no Big Brother do Cadeiao click ai: http://www.youtube.com/watch?v=kqdLkIFOxrA

video

Friday, February 06, 2009

CRASSICO FIGUEIRENSE X AVAI ( 05/02/2009 )

UM POUCO DE VARZEA PRA ALEGRAR, É BOM DE VEZ EM QUANDO FAZER DE CONTAS DE QUE NÓS VIVEMOS AS MIL MARAVILHAS.



















Wednesday, February 04, 2009

DEU NA FOLHONA:
DEPOIS O GOVERNO DO ESTADO VAI PRA TRIBUNA DA ALESC DIZER QUE AQUI É O ESTADO DAS MIL MARAVILHAS.

04/02/2009 - 09h57
Santa Catarina é o Estado onde o trânsito mais mata no país, informa Mônica Bergamo

da Folha Online
Santa Catarina é, proporcionalmente, o Estado onde o trânsito mais mata no país, segundo informa a coluna Mônica Bergamo publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo (a íntegra da coluna está disponível na internet para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo a colunista, a taxa de mortos é de 31,7 por 100 mil habitantes. Por essa estatística, São Paulo aparece apenas na 21ª colocação, com índice de 15,8.
As informações têm como base dados de 2006, tabulados antes da vigência da lei seca, que passou a vigorar em 19 de junho de 2008.

FALTOU MENCIONAR A SITUAÇAO DA SAUDE, DA SEGURANÇA PUBLICA, DA EDUCAÇAO E DO SANEAMENTO BASICO.........