Wednesday, July 02, 2014
Tuesday, June 17, 2014
Sunday, June 15, 2014
Os interesses são GRANDES.......
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/os-filhos-empresarios-de-lula/
28/12/2010
Os filhos empresários de Lula
Informam José Ernesto Credendio e Andreza Matais na Folha desta terça:
Dois dos filhos do presidente Lula, Fábio Luís e Luís Cláudio, abriram em 16 de agosto deste ano duas holdings -sociedades criadas para administrar grupos de empresas-, a LLCS Participações e a LLF Participações. Ao final de oito anos de mandato do pai, Lulinha e Luís Cláudio figuram como sócios em seis empresas. AFolha constatou, porém, que apenas uma delas, a Gamecorp, tem sede própria e corpo de funcionários. Seu faturamento em 2009 foi de R$ 11,8 milhões, e seu capital registrado é de R$ 5,2 milhões. Ela tem como sócia a empresa de telefonia Oi, que controla 35%. As demais cinco empresas não funcionam nos endereços informados pelos filhos de Lula
Wednesday, June 11, 2014
Tuesday, June 10, 2014
Thursday, May 15, 2014
Monday, May 12, 2014
Saturday, May 10, 2014
Monday, May 05, 2014
Friday, May 02, 2014
Eles estão chegando e irão invadir sua praia!
.em 2005 estava em uma mesa de bar (Bar do Assis) conversando com dois amigos, um do curso de geografia e o outro do curso de história. naquele dia eu tinha assistindo uma aula sobre nanotecnologia, o professor havia passado um texto de 2002 do site www.comciencia.br. O texto "Vantagens e riscos da nanotecnologia ao meio ambiente" : http://www.comciencia.br/
Hoje surfando na grande rede encontrei esse vídeo: https://www.youtube.com/
Magnetically Actuated Micro-Robots for Advanced Manipulation Applications
Eles estão chegando e irão invadir sua praia.
Thursday, May 01, 2014
Wednesday, April 30, 2014
EM NOME DA RAÇA E DA CIÊNCIA - Documentário (2013)
A
desconfiança, que persiste até este século, de que cadáveres de judeus
mortos pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial foram dissecados por
estudantes de medicina da universidade de Estrasburgo, na França, é o
ponto de partida do documentário "Em Nome da Raça e da Ciência".
desconfiança, que persiste até este século, de que cadáveres de judeus
mortos pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial foram dissecados por
estudantes de medicina da universidade de Estrasburgo, na França, é o
ponto de partida do documentário "Em Nome da Raça e da Ciência".
A
produção mostra que, por trás da suspeita, há uma história envolvendo
pessoas do alto comando do Terceiro Reich e experiências para provar a
superioridade ariana.
produção mostra que, por trás da suspeita, há uma história envolvendo
pessoas do alto comando do Terceiro Reich e experiências para provar a
superioridade ariana.
August
Hirt é o nome que faz o elo entre passado e presente. Foi professor da
universidade quando a instituição se tornou um dos polos de ensino da
ciência sob os dogmas do nazismo.
Hirt é o nome que faz o elo entre passado e presente. Foi professor da
universidade quando a instituição se tornou um dos polos de ensino da
ciência sob os dogmas do nazismo.
Em
uma triangulação com Heinrich Himmler, o homem que coordenou as
operações para a "solução final", e com Wolfram Sievers, diretor da
Ahnenerbe --espécie de braço científico da SS--, Hirt articulou o plano
de desenvolver uma pesquisa que envolveria cobaias humanas.
uma triangulação com Heinrich Himmler, o homem que coordenou as
operações para a "solução final", e com Wolfram Sievers, diretor da
Ahnenerbe --espécie de braço científico da SS--, Hirt articulou o plano
de desenvolver uma pesquisa que envolveria cobaias humanas.
A
produção se respalda em depoimentos, entrevistas com especialistas e
documentos. Podem chocar as imagens de corpos dilacerados e da
propaganda nazista sobre a "superioridade da raça".
produção se respalda em depoimentos, entrevistas com especialistas e
documentos. Podem chocar as imagens de corpos dilacerados e da
propaganda nazista sobre a "superioridade da raça".
FONTE: Folha de São Paulo, 18/4/2014, caderno Ilustrada.
Thursday, April 24, 2014
Sunday, April 20, 2014
Contribuição compulsória: aposentados são descontados sem saber e sindicatos faturam milhões ...
Geralda Doca
Publicado:
Atualizado:
O desconto é acertado com o Ministério da Previdência pelos próprios sindicatos
Ainda assim, com apoio do governo, as entidades conseguem dificultar a vida dos aposentados que desejam parar de pagar a mensalidade. Numa visita do ministro da Previdência, Carlos Gabas, à sede da Confederação Brasileira dos Aposentados (Cobap), na última quarta-feira, ficou decidido que o interessado precisa ir até o sindicato
Entretanto, o próprio INSS sabe que existem problemas, pois, a cada auditoria realizada semestralmente, 1% das amostras analisadas é irregular. A constatação dispara o alerta de que milhares de aposentados podem estar sendo lesados. Foi o que aconteceu com o bancário aposentado Carlos Jorge Guimarães. Ao receber a aposentadoria da Previ (fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil) de fevereiro, ele percebeu que o valor oriundo do INSS estava menor. Contou que havia dois descontos, de R$ 23 cada, a favor da CUT, referentes a janeiro e fevereiro.
Ao ligar para a Previdência, foi orientado a procurar um posto do INSS. No posto, disseram-lhe para ir até a sede da CUT, onde funciona o Sindicato
- Estranhei o desconto, achei que era para campanha política. É uma malandragem, pois muita gente nem percebe porque não recebe o espelho do pagamento - afirmou Guimarães.
O presidente do Sintapi, Epitácio Luiz Epaminondas, o Luizão, alegou que a entidade está em campanha de filiação e atribuiu o desconto indevido a erros de digitação, que prejudicaram 65 aposentados, segundo ele, desde fevereiro.
- Quanto mais rápido digitar, mais cedo chega o desconto. A conferência não foi bem feita, mas devolvemos o dinheiro
Uma das explicações para o desconto seria a campanha das entidades sindicais pelo reajuste do salário mínimo. O sindicalista nega. Mas, segundo o INSS, por conta do aumento do mínimo, o valor repassado aos sindicatos
João Inocentini, presidente do Sindicato
- Às vezes, o aposentado autoriza o desconto e depois esquece, mas há também atos de má-fé - disse Inocentini, sem dar detalhes.
O presidente da Cobap, Warley Martins, tem a mesma opinião. Atendentes do próprio INSS parecem estar familiarizados com o problema, como foi constatado pelo GLOBO ao ligar para o número 135. Ao ser informado da queixa, o atendente aconselhou o repórter a procurar um posto de atendimento ou ir até o sindicato
A mesma orientação foi dada ao se entrar em contato com a Ouvidoria-Geral. Gerentes das agências contam que muitos aposentados vão ao INSS com outros tipos de queixa, como empréstimo consignado, e acabam descobrindo o desconto indevido. O problema é maior nas cidades do interior.
- Eles acham que é alguma taxa que vai para o governo - disse um gerente de agência do INSS de Brasília, que preferiu não se identificar.
O presidente do INSS, Valdir Simão, informou que vai investigar as ocorrências envolvendo o Sintapi. Ele reiterou que os convênios são legais e que são feitas auditorias a cada seis meses para verificar se as entidades têm a ficha assinada pelo associado autorizando o desconto.
Parlamentares que atuam na defesa de aposentados, como o senador Paulo Paim (PT-RS) e o deputado Gilmar Machado (PT-MG), disseram desconhecer o desconto das mensalidades na folha. Paim disse, porém, que convocará as entidades para tratar do assunto em audiência pública.
- A legislação tem que ser cumprida. A entidade não pode descontar de forma direta e arbitrária - destacou o senador.
- Acho que está se precisando fazer ajustes nessa legislação - emendou o deputado.
A RAINHA ESTÁ NUA, estão fazendo a mesma que fizeram com o setor elétrico
http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=150869http://www.dzai.com.br/nunes/blog/blogdovicente?tv_pos_id=150869
A dificuldade do governo para lidar com números que o desagradam e podem criar algum tipo de problema para a reeleição da presidente Dilma Rousseff atingiu níveis alarmantes. A mais nova vítima dessa postura arrogante é Leonardo José Rolim. Ele foi exonerado do cargo de secretário de Políticas de Previdência Social em 3 de abril. Motivo: ter confrontado a projeção de deficit para a Previdência neste ano feita pelo Ministério da Fazenda.
Rolim, que estava na mais importante secretaria do Ministério da Previdência desde o início do governo Dilma, em 2011, é um técnico competente e um conhecedor profundo do sistema previdenciário brasileiro. Na avaliação dele, não há a menor possibilidade de o rombo no caixa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fechar este ano em R$ 40,1 bilhões se, em 2013, o buraco havia atingido R$ 49,9 bilhões. Ou seja, nas palavras dele, a conta avalizada pelo ministro Guido Mantega estava subestimada. Era irreal.
Na melhor da hipóteses, calculou Rolim, o rombo teria de repetir o número de 2013. Quer dizer: R$ 49,9 bilhões. Isso, supondo que nenhum brasileiro se aposentasse ao longo deste ano e não fosse concedido nenhum reajuste aos beneficiários do INSS. Mas não só milhares de trabalhadores vão se aposentar este ano, como o sistema de pensão será ampliado.
E mais: o próprio Ministério da Fazenda ratificou aumento de 6,78% para salário mínimo em 2014, a R$ 724. Dados da Previdência mostram que 70% dos benefícios pagos pelo INSS estão atrelados ao piso salarial do país. Os 30% restantes tiveram os rendimentos reajustados pela inflação do ano passado, de 5,91%. Também o governo não se empenhou em fazer nenhum tipo de reforma no sistema.
Portanto, não há como o buraco no regime geral previdenciário encolher R$ 9,8 bilhões de um ano para outro. A não ser que a Fazenda queira que a pasta comandada por Garibaldi Alves recorra a expedientes muito comuns no Tesouro Nacional, onde o secretário Arno Augustin, adorado no Palácio do Planalto, transforma dívidas em receitas para inflar o superavit primário e mostrar uma saúde que as contas públicas não têm.
Especialista em previdência, Renato Folador diz que, ao demitir Rolim, o governo dá sinais de miopia. Para ele, o ex-secretário de Políticas de Previdência está corretíssimo. O deficit deste ano será maior que o do ano passado, assim como o de 2015 superará o de 2014. E uma das justificativas para o crescimento do rombo do INSS foi dada ontem pelo próprio ministro da Fazenda. Ele informou que o governo está prevendo reajuste de 7,7% para o salário mínimo no ano que vem.
Buraco de mais de R$ 60 bilhões
A situação de caixa da Petrobras é alarmante e vem se agravando desde 2007. O buraco já passa de R$ 60 bilhões. Além da defasagem nos preços dos combustíveis, a empresa está pagando uma fortuna
em juros, devido ao endividamento que caminha rápido para R$ 250
bilhões. Não será surpresa se a estatal, logo após as eleições, começar a
defender a privatização de parte do pré-sal, cujos investimentos está
sendo obrigada a bancar sozinha.
Desconfiança no comércio
O mau humor dos empresários do varejo
só aumenta. Pesquisa que a Confederação Nacional do Comércio (CNC)
divulga hoje mostra que o índice de confiança do setor registrou queda
de 0,2% em março. Foi o sexto resultado negativo seguido. Aos 116,4
pontos, o indicador está no nível mais baixo em 22 meses e se aproxima
do piso histórico registrado em julho de 2012, de 115,7 pontos.
Custo da burocracia
Um pneu vendido no Brasil chega a custar até 130% mais que nos Estados Unidos. O cálculo, feito pelo economista-chefe da agência de risco Austin Rating, Alex Agostini, reflete, em certa medida, um sistema tributário desigual e custos excessivos com burocracia e infraestrutura ineficiente. Ele participa hoje do debate “Custo Brasil como inibidor do desenvolvimento econômico” na Câmara dos Deputados.
Planos crescem o dobro do PIB
Apesar da disparada da inflação, que está corroendo o poder de compra dos brasileiros, o sistema de planos de saúde
deverá fechar este ano com crescimento de 4%, mais que o dobro do
avanço do Produto Interno Bruto (PIB), estimado em 1,7%. No entender de
José Cechin, diretor executivo da Federação Nacional de Saúde
Suplementar (FenaSaúde), com o mercado de trabalho ainda forte e o
processo contínuo de formalização de mão de obra, especialmente entre as
micro e pequenas empresas, a demanda por convênios continuará forte.
Reservas reforçadas
A FenaSaúde informa que, apesar do aumento contínuo dos custos, as 31 operadoras de planos e seguros associadas à entidade estão reforçando as reservas técnicas para garantir a cobertura de serviços já contratados. Até setembro de 2013, foi constituído um colchão de R$ 14 bilhões.
Garoto do tempo
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu agora para fazer previsões do tempo. Segundo ele, vai chover bastante em 2015 e o custo da energia elétrica cairá.
Brasília, 00h01min

16.04.2014
12:01 am
FAZENDA DEMITE TÉCNICO DA PREVIDÊNCIA
A dificuldade do governo para lidar com números que o desagradam e podem criar algum tipo de problema para a reeleição da presidente Dilma Rousseff atingiu níveis alarmantes. A mais nova vítima dessa postura arrogante é Leonardo José Rolim. Ele foi exonerado do cargo de secretário de Políticas de Previdência Social em 3 de abril. Motivo: ter confrontado a projeção de deficit para a Previdência neste ano feita pelo Ministério da Fazenda.
Rolim, que estava na mais importante secretaria do Ministério da Previdência desde o início do governo Dilma, em 2011, é um técnico competente e um conhecedor profundo do sistema previdenciário brasileiro. Na avaliação dele, não há a menor possibilidade de o rombo no caixa do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) fechar este ano em R$ 40,1 bilhões se, em 2013, o buraco havia atingido R$ 49,9 bilhões. Ou seja, nas palavras dele, a conta avalizada pelo ministro Guido Mantega estava subestimada. Era irreal.
Na melhor da hipóteses, calculou Rolim, o rombo teria de repetir o número de 2013. Quer dizer: R$ 49,9 bilhões. Isso, supondo que nenhum brasileiro se aposentasse ao longo deste ano e não fosse concedido nenhum reajuste aos beneficiários do INSS. Mas não só milhares de trabalhadores vão se aposentar este ano, como o sistema de pensão será ampliado.
E mais: o próprio Ministério da Fazenda ratificou aumento de 6,78% para salário mínimo em 2014, a R$ 724. Dados da Previdência mostram que 70% dos benefícios pagos pelo INSS estão atrelados ao piso salarial do país. Os 30% restantes tiveram os rendimentos reajustados pela inflação do ano passado, de 5,91%. Também o governo não se empenhou em fazer nenhum tipo de reforma no sistema.
Portanto, não há como o buraco no regime geral previdenciário encolher R$ 9,8 bilhões de um ano para outro. A não ser que a Fazenda queira que a pasta comandada por Garibaldi Alves recorra a expedientes muito comuns no Tesouro Nacional, onde o secretário Arno Augustin, adorado no Palácio do Planalto, transforma dívidas em receitas para inflar o superavit primário e mostrar uma saúde que as contas públicas não têm.
Especialista em previdência, Renato Folador diz que, ao demitir Rolim, o governo dá sinais de miopia. Para ele, o ex-secretário de Políticas de Previdência está corretíssimo. O deficit deste ano será maior que o do ano passado, assim como o de 2015 superará o de 2014. E uma das justificativas para o crescimento do rombo do INSS foi dada ontem pelo próprio ministro da Fazenda. Ele informou que o governo está prevendo reajuste de 7,7% para o salário mínimo no ano que vem.
Buraco de mais de R$ 60 bilhões
A situação de caixa da Petrobras é alarmante e vem se agravando desde 2007. O buraco já passa de R$ 60 bilhões. Além da defasagem nos preços dos combustíveis, a empresa está pagando uma fortuna
Desconfiança no comércio
O mau humor dos empresários do varejo
Custo da burocracia
Um pneu vendido no Brasil chega a custar até 130% mais que nos Estados Unidos. O cálculo, feito pelo economista-chefe da agência de risco Austin Rating, Alex Agostini, reflete, em certa medida, um sistema tributário desigual e custos excessivos com burocracia e infraestrutura ineficiente. Ele participa hoje do debate “Custo Brasil como inibidor do desenvolvimento econômico” na Câmara dos Deputados.
Planos crescem o dobro do PIB
Apesar da disparada da inflação, que está corroendo o poder de compra dos brasileiros, o sistema de planos de saúde
Reservas reforçadas
A FenaSaúde informa que, apesar do aumento contínuo dos custos, as 31 operadoras de planos e seguros associadas à entidade estão reforçando as reservas técnicas para garantir a cobertura de serviços já contratados. Até setembro de 2013, foi constituído um colchão de R$ 14 bilhões.
Garoto do tempo
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu agora para fazer previsões do tempo. Segundo ele, vai chover bastante em 2015 e o custo da energia elétrica cairá.
Brasília, 00h01min
WindowShopper
O Que É Ist16.04.2014
12:01 am
FAZENDA DEMITE TÉCNICO DA PREVIDÊNCIA
Saturday, April 19, 2014
Thursday, April 17, 2014
PROFISSÃO DE FOTOJORNALISTA (REPÓRTER FOTOGRÁFICO), JÁ É REGULAMENTADA DESDE 1979
Meu registro profissional, com os mesmos
direitos do bacharel em Jornalismo, desde 24 de Novembro de 1997, mas já
exercia desde inicio de 1996, além de trabalhar no ramo fotográfico
desde os meus 15 anos de idade.
Sou Jornalista profissional, atuando como Fotojornalista, respaldado pelo decreto lei:
DECRETO Nº 83.284, DE 13 DE MARÇO DE 1979.
"Dá nova regulamentação ao Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista, em decorrência das alterações introduzidas pela Lei nº 6.612, de 7 de dezembro de 1978."
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D83284.htm
Sou Jornalista profissional, atuando como Fotojornalista, respaldado pelo decreto lei:
DECRETO Nº 83.284, DE 13 DE MARÇO DE 1979.
"Dá nova regulamentação ao Decreto-Lei nº 972, de 17 de outubro de 1969, que dispõe sobre o exercício da profissão de jornalista, em decorrência das alterações introduzidas pela Lei nº 6.612, de 7 de dezembro de 1978."
http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D83284.htm
REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DE FOTOGRAFO
11/04/2014 - 13h11
Câmara aprova regulamentação da profissão de fotógrafo
Reprodução/TV Câmara
Moreira: parecer pela aprovação do projeto original e da emenda da Comissão de Trabalho.
De acordo com o texto, estão aptos ao exercício
A comprovação desse tempo de serviço será feita por meio de declaração da respectiva entidade de classe, além de recibos de pagamentos de serviços prestados ou declaração da empresa empregadora, com firma reconhecida em cartório.
O parecer do relator, deputado Alceu Moreira (PMDB-RS), foi favorável à proposta, com emenda aprimorando a técnica legislativa, e favorável à emenda da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Nesta comissão, foi excluído da regulamentação o repórter fotográfico a serviço de empresa jornalística, já que esse profissional está devidamente regulamentado pelo Decreto-Lei 972/69, que trata da profissão de jornalista.
O autor do projeto destaca que em quase todos os países a profissão de fotógrafo é reconhecida e regulamentada, com cursos em nível técnico e superior. No Brasil, porém, a profissão seria marginalizada e discriminada pela ausência de uma legislação específica. Fernando Torres destaca que as poucas faculdades de fotografia existentes no País não são reconhecidos pelo Ministério da Educação.
Tuesday, April 15, 2014
Sunday, April 13, 2014
Saturday, April 05, 2014
Wednesday, April 02, 2014
Sunday, March 30, 2014
Jornalismo na era dos bits
Ensino do jornalismo, pesquisa exploratória e zona de conforto
http://observatoriodaimprensa.com.br/posts/view/ensino_do_jornalismo_entre_a_pesquisa_exploratoria_e_a_zona_de_conforto
Por Carlos Castilho em 29/03/2014
A Faculdade de Jornalismo da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, acaba de criar um Centro de Inovação Jornalística e Engajamento Cívico, cuja missão é explorar novas formas de exercer o jornalismo em ambiente digital, especialmente aquelas vinculadas à relação entre profissionais e as comunidades sociais.
Trata-se de uma nova tentativa de recuperar a ideia de um jornalismo
associado à causas sociais, responsável por um aguda polêmica no
ambiente profissional durante os anos 1970 e 80, quando o professor Jay
Rosen e o editor de jornais Davis Merritt lançaram a ideia do jornalismo cívico, logo em seguida apoiada financeiramente pelo hoje desativado Pew Center for Civic Journalism.
Trata-se de mais uma universidade americana que decide explorar novas
áreas de exercício do jornalismo em ambiente digital, partindo de uma
perspectiva de que é necessário experimentar, mesmo correndo o risco de insucesso.
As universidades americanas estão empenhadas em explorar áreas pouco
conhecidas do jornalismo em ambiente digital, enquanto as instituições
de ensino superior no Brasil dedicam-se a uma interminável polêmica
sobre normatização dos currículos acadêmicos.
Enquanto uns tentam entender a nova realidade a partir de experiências
em campo, em especial na redescoberta do papel das pessoas na produção
de notícias, outros se preocupam em definir e regulamentar algo que está reconhecidamente em processo de transição.
O nosso grande desafio hoje é identificar o novo contexto da produção
jornalística e não o de tentar definir algo que pode estar ultrapassado
dentro de meses.
A preocupação exploradora das universidades americanas no campo do
jornalismo provavelmente busca desenvolver estratégias editoriais para
resolver os agudos problemas da imprensa local e depois
exportá-las para o resto do mundo. Já no Brasil o empenho na discussão
de normas e regulamentos talvez seja uma consequência da histórica
dominação dos grandes conglomerados da imprensa brasileira sobre as
faculdades de jornalismo, colocadas diante da opção de formar mão de
obra para as redações ou produzir teóricos da comunicação.
Estamos perdendo uma oportunidade única de pesquisar a nova
realidade comunicacional e informativa que está surgindo no Brasil sem a
necessidade de grandes recursos financeiros. O ingrediente básico é o
envolvimento com a comunidade, porque é aí que podem ser identificados
os novos rumos do jornalismo. As novas tecnologias nivelaram
profissionais e praticantes do jornalismo ao permitir que ambos possam
comprar os equipamentos básicos a preços toleráveis. O diferencial está
na postura diante da realidade social.
As faculdades de jornalismo no Brasil parecem temerosas de abandonar a zona de conforto de
uma atividade acadêmica voltada para dentro de si própria ou para as
empresas patrocinadoras. O desafio está nas ruas e nas comunidades
sociais porque é nesses locais que estão os dilemas urbanos, ao
contrário do que sucedia até agora nas coberturas jornalísticas com a
predominância das fontes oficiais e os especialistas como interpretes da
realidade que nos cerca.
Nos anos 1970-80, a ideia de jornalismo cívico não prosperou nos
Estados Unidos porque estava ligada às campanhas eleitorais visando
reduzir a apatia e abstenção, e preconizava o abandono do tradicional
princípio da isenção jornalística diante de problemas sociais.
Nos demais países a proposta não vingou porque esbarrou nos preconceitos
ideológicos da, então vigente, dicotomia entre capitalismo e comunismo.
Quase 40 anos depois, o jornalismo cívico em estudo na Universidade de
Oregon não parte mais de uma preocupação eleitoral, mas sim da visão de
que é necessário desenvolver uma nova narrativa jornalística baseada
na interatividade entre profissionais ou praticantes de atos
jornalísticos e o público. O tão badalado “engajamento comunitário” é
hoje um grande desafio para os pesquisadores americanos, que veem no
relacionamento com o público também uma possibilidade de identificar
novas estratégias de sustentabilidade econômica.
Monday, March 24, 2014
Saturday, March 22, 2014
Friday, March 21, 2014
Thursday, March 20, 2014
Proteste Já: Oscar Filho investiga desvios de dinheiro do Fundeb e é ag...
O primeiro Proteste Já do ano foi
até Esperantina, no Piauí, e conferiu pra onde tem ido o dinheiro que a
prefeitura deveria investir na educação. Durante a reportagem, Oscar
descobriu um esquema de desvios de verbas da merenda, foi agredido pelo
jornalista Gil Sobreira e fez tocaia para tentar conversar com o
prefeito Lourival Bezerra.
Veja todos os vídeos do CQC.
E de pois querem COPA?
Wednesday, March 19, 2014
QUE FAÇAM UMA EXCELENTE VIAJEM, DE IDA, SEM VOLTA.
"O Chico Buarque... elogia Cuba, mas não quer morar em lá. No Brasil o
Chico publica o livro que quer, faz a poesia que quer, canta a canção
que quer, fala mal do governo - um cara
que faz tudo isso não vai querer morar num país onde não se faz nada
disso, né? Então é mentira. É a mesma coisa do esquerdismo. O cara não
tem coragem de dizer que Cuba é uma ditadura. Era um sonho maravilhoso e
não deu certo. Eu passei a minha vida quase toda sendo comunista, fui
preso, mas voltei a pensar e vi que tava errado. O propósito de Cuba é o
melhor e mais generoso possível: - querer a sociedade justa. Só que tá
provado que o caminho não é esse e as pessoas não têm coragem de dizer.
As pessoas vivem de mentira, é tudo hipocrisia, uma cretinice... Já
pensou que não existe mais opinião? Tudo é preconceito. Qualquer opinião
que contraria o que está estabelecido é preconceito".
Ferreira Gullar, em entrevista à revista piauiense Revestres, Jan/Fev 2014.
Ferreira Gullar, em entrevista à revista piauiense Revestres, Jan/Fev 2014.
Saturday, March 15, 2014
Sunday, February 02, 2014
Saturday, February 01, 2014
Friday, January 31, 2014
Monday, January 27, 2014
Saturday, January 25, 2014
Wednesday, January 01, 2014
Thursday, December 12, 2013
Fotógrafos profissionais terão isenção de impostos sobre equipamentos
Nem de noticias negativas este blog vive.
Quero noticiar que de agora em diante, todos os Fotojornalistas, terão um alento em sua profissão, isenção de 100% de impostos na compra de novos equipamentos fotográficos, agora é lei.
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Fotógrafos profissionais terão isenção de impostos sobre equipamentos
equipamento-basico-camera-profissional-canon-nikon-fotografia-dicas
A Associação Profissional dos Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Rio de Janeiro (Arfoc Rio) manda avisar: fotógrafos, repórteres fotográficos e cinematográficos, cinegrafistas e operadores de câmeras têm um motivo excepcional para comemorar as festas de fim de ano. A razão? Uma conquista há muito aguardada pela categoria. A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou na manhã de hoje (11 de dezembro), em caráter terminativo, o projeto de Lei 2.111/2011, de autoria do deputado federal Rodrigo Maia (DEM/RJ), que isenta de impostos e contribuições a importação de equipamentos e materiais para uso exclusivo desses profissionais.
Segundo informou a Arfoc em sua página no Facebook, a lei prevê que cada profissional pode importar até 50 mil reais em equipamentos, a cada dois anos, com isenção do Imposto de Importação (II), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público, da Importação de Produtos Estrangeiros ou Serviços (PIS/PASEP-importação), da Contribuição para os Programas de Integração Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior (Confins-importação).
Para ter direto à isenção, o profissional deve comprovar exercício profissional mediante apresentação da Carteira de Trabalho da Previdência Social (CTPS) regularmente assinada, contrato de trabalho ou, ainda, se servidor público, certidão expedida pelo Departamento de Pessoal do órgão ao qual é vinculado. Já o prestador de serviço autônomo ou prestador de serviço Pessoa Jurídica, respectivamente, deve apresentar inscrição no INSS e recolhimento da contribuição previdenciária ou do contrato social da empresa e recolhimento da contribuição previdenciária.
O ex-presidente da Arfoc Brasil, Paulo Dias, informou que o texto final e a aprovação nas comissões resultaram de uma forte articulação da entidade com as Arfocs Rio, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Brasília. Segundo ele, a aprovação do projeto “é a maior conquista dos jornalistas de imagem nos últimos 20 anos”.
“Vamos ter acesso a equipamentos modernos, 100% mais baratos. Durante todo tempo, nos empenhamos para que a lei atendesse a todos os profissionais que trabalham com imagem e não somente os jornalistas, como queria o sindicato carioca”, comemorou Dias.
Abaixo, segue a íntegra da lei aprovada hoje pela Câmara.
PROJETO DE LEI N° 2.114/2011 na íntegra
AUTORIA DO DEPUTADO FEDERAL RODRIGO MAIA (DEM-RJ)
Dispõe sobre a isenção de impostos e contribuições na importação de equipamentos e materiais para uso exclusivo das profissões de fotógrafo, repórter fotográfico e cinematográfico, cinegrafista e operador de câmera.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Fica o Poder Executivo autorizado a conceder isenção do Imposto de Importação (II), do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público, na Importação de Produtos Estrangeiros ou Serviços (PIS/PASEP-importação), da Contribuição para os Programas de Integração Social para o Financiamento da Seguridade Social devida pelo Importador de Bens Estrangeiros ou Serviços do Exterior (Confins-importação), na importação de equipamentos e materiais para uso exclusivo no exercício das atividades de fotógrafo, repórter fotográfico e cinematográfico, cinegrafista e operador de câmera.
§ 1º As isenções previstas no caput deste artigo somente serão concedidas na importação de equipamentos e materiais que não possuam similar nacional.
§ 2º A aquisição dos equipamentos de que trata o caput, em conjunto ou isoladamente,obedecerá ao limite de R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), ficando o beneficiário pela isenção obrigado a permanecer de posse do equipamento adquirido pelo prazo mínimo de 2 (dois) anos.
§ 3º Em caso de acidente, extravio, perda, furto ou roubo, equipamento idêntico poderá ser adquirido com o benefício previsto no caput nos termos e condições estipulados em ato do Poder Executivo.
Art. 2º Os equipamentos e materiais fotográficos e cinegráficos a que esta Lei se refere são aqueles classificados sob os códigos 90.02, 90.06, 90.07, 90.10 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).
Art. 3º Sem prejuízo de outras exigências previstas em regulamento, os beneficiários da isenção de que trata esta Lei deverão atender aos seguintes requisitos:
I – comprovação do exercício das atividades previstas no caput do art. 1º por meio de Carteira de Trabalho da Previdência Social (CTPS) regularmente assinada, contrato de trabalho ou, ainda, se servidor público, mediante certidão expedida pelo Departamento de Pessoal do órgão ao qual é vinculado ou, em caso de prestador de serviço autônomo ou prestador de serviço Pessoa Jurídica, apresentação, respectivamente, da inscrição no INSS e recolhimento da contribuição previdenciária, ou do contrato social da empresa e recolhimento da contribuição previdenciária;
II – Certidão Conjunta de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União, expedida pela Receita Federal do Brasil;
III – Atestado de inexistência de produção nacional (não similaridade);
IV – Declaração à Receita Federal do Brasil de que destinará o equipamento exclusivamente ao uso próprio e no exercício das atividades de que trata o caput do art.
Art. 4° O não atendimento aos requisitos estabelecidos nesta Lei implicará ao responsável o pagamento dos impostos acrescidos de juros de mora e atualizados na forma da legislação tributária.
Art. 5º O Poder Executivo, em cumprimento ao disposto no inciso II do art. 5º e nos artigos 14 e 17 da Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, estimará o montante de renúncia da receita decorrente do disposto nesta Lei, incluindo-o no demonstrativo a que se refere o § 6º do art. 165 da Constituição Federal, o qual acompanhará o projeto de lei orçamentária.
Parágrafo único. A isenção de que trata esta Lei somente produzirá efeitos a partir do primeiro dia do exercício financeiro imediatamente posterior àquele em que for implantado o disposto neste artigo.
Art. 6º O benefício de que trata esta Lei vigorará pelo prazo de 5 (cinco) anos, a contar da publicação desta Lei.
Art. 7º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
fotógrafos, repórteres fotográficos e cinematográficos, cinegrafistas e operadores de câmeras têm um motivo excepcional para comemorar as festas de fim de ano. A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados aprovou na manhã de hoje (11 de dezembro), em caráter terminativo, o projeto de Lei 2.111/2011, de autoria do DEPUTADO FEDERAL RODRIGO MAIA (DEM/RJ), que isenta de impostos e contribuições a importação de equipamentos e materiais para uso exclusivo desses profissionais.
Wednesday, December 11, 2013
Sunday, December 08, 2013
FORA HAULE!!!
http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/12/1382417-praia-badalada-de-florianopolis-faz-atos-antimendigo.shtml
08/12/2013 - 02h55
Praia badalada de Florianópolis faz atos antimendigo
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NATÁLIA CANCIAN
ENVIADA ESPECIAL A FLORIANÓPOLIS
Ouvir o texto
"Não precisamos de mendigos: Fora!", dizia um cartaz carregado por um grupo de pessoas em uma avenida da badalada praia de Canasvieiras, em Florianópolis.
Poucos metros à frente, no meio da passeata, outra mensagem: "Balneário Camboriú, para de jogar mendigos na nossa praia (que vergonha)".
Munidos de faixas, cartazes, alto-falantes e carro de som, moradores iniciaram uma campanha pela saída de moradores de rua da região.
A Folha flagrou a cena no último dia 26. Desde então, outro protesto foi realizado -e um terceiro está marcado para o próximo dia 11.
Segundo os moradores, o número de sem-teto cresceu nos últimos meses. "Aqui virou o Éden deles", afirma o presidente do conselho de segurança do bairro, Carlos Hennrichs, 67.
O aumento é maior no início da temporada de verão, diz a empresária Luciana da Silva, 31, que organizou o protesto. "Estamos tentando limpar a praia para a chegada do turista. Isso está queimando nossa imagem", reclama.
Ela diz que a chegada de "mendigos de fora" trouxe risco à segurança, como furtos e outros crimes. Há um mês, um morador de rua morreu em uma briga no bairro.
"Todo dia tem um bando diferente. As pessoas têm medo de andar na rua, são abordadas, ameaçadas", afirma.
Os protestos, porém, não são um consenso na praia.
"Eles não têm albergue, não têm onde tomar banho, e o pessoal só sabe criticar. Essa praia é só para quem tem dinheiro? E o pobre, vai morar onde?", rebate a cabeleireira Rosângela Chaves, 54.
Sentado com dois amigos próximo à praia, o catarinense Cleber Zanini, 25, diz que mora na rua "por não ter opção". "Se tivesse um albergue [para ir], seria maravilhoso."
Após os protestos, a Prefeitura de Florianópolis diz que intensificou a abordagem de assistentes sociais nas ruas e que investigou denúncias sobre possível ação de outras prefeituras transferindo mendigos, mas afirma que as suspeitas não procedem.
O secretário de Assistência Social, Alessandro Abreu, negou aumento de moradores de rua em Canasvieiras e descartou a participação dessas pessoas em crimes.
Saturday, December 07, 2013
O CASTELO DE AREIA ESTA DESMORONANDO
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/o-livro-bomba-tuma-jr-revela-os-detalhes-do-estado-policial-petista-partido-usa-o-governo-para-divulgar-dossies-apocrifos-e-perseguir-adversarios-caso-dos-trenes-em-sp-estava-na-lista-el/?fb_action_ids=10202722499332915&fb_action_types=og.likes&fb_ref=.UqOx8-lyMco.like&fb_source=other_multiline&action_object_map={%2210202722499332915%22%3A167903626753539}&action_type_map={%2210202722499332915%22%3A%22og.likes%22}&action_ref_map={%2210202722499332915%22%3A%22.UqOx8-lyMco.like%22}
07/12/2013 às 18:30 O LIVRO-BOMBA – Tuma Jr. revela os detalhes do estado policial petista. Partido usa o governo para divulgar dossiês apócrifos e perseguir adversários. Caso dos trens em SP estava na lista. Ele tem documentos e quer falar no Congresso. Mais: diz que Lula foi informante da ditadura, e o contato era seu pai, então chefe do Dops Romeu Tuma Júnior conta como funciona o estado policial petista Romeu Tuma Junior conta como funciona o estado policial petista O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma. Escrevi a respeito nesta sexta. Quando se anuncia que o PT criou um estado policial, convenham, não se está a dizer nenhuma novidade. Nunca, no entanto, alguém que conhece por dentro a máquina do governo havia tido a coragem de vir a público para relatar em detalhes como funciona o esquema. Romeu Tuma Junior, filho de Romeu Tuma e secretário nacional de Justiça do governo Lula entre 2007 e 2010, rompe o silêncio e conta tudo no livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks (557 págs., R$ 69.90). O trabalho resulta de um depoimento prestado ao longo de dois anos ao jornalista Cláudio Tognolli. O que vai ali é de assustar. Segundo Tuma Junior, a máquina petista: 1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos; 2: procura proteger os aliados. O livro tem um teor explosivo sobre o presente e o passado recente do Brasil, mas também sobre uma história um pouco mais antiga. O delegado assegura que o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva — que nunca negou ter uma relação de amizade com Romeu Tuma — foi informante da ditadura. A VEJA desta semana traz uma reportagem sobre o livro e uma entrevista com o ex-secretário nacional da Justiça. Ele estava lá. Ele viu. Ele tem documentos e diz que está disposto a falar a respeito no Congresso. O delegado é explícito: Tarso Genro, então ministro da Justiça, o pressionou a divulgar dados de dossiês apócrifos contra tucanos. Mais: diz que a pressão vinha de todo lado, também da Casa Civil. A titular da pasta era a agora presidente da República, Dilma Rousseff. Segue um trecho da reportagem de Robson Bonin na VEJA desta semana. Volto depois. (…) Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder — um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que sio considerados inimigos. (…) Segundo o ex-secretário, a máquina de moer reputações seguia um padrão. O Ministério da Justiça recebia um documento apócrifo, um dossiê ou um informe qualquer sobre a existência de conta secreta no exterior em nome do inimigo a ser destruído. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois, alguém dava urna dica sobre o caso a um jornalista. A divulgação se encarregava de cumprir o resto da missão. Instado a se explicar, o ministério confirmava que, de fato, a investigação existia, mas dizia que ela era sigilosa e ele não poderia fornecer os detalhes. O investigado”, é claro, negava tudo. Em situações assim, culpados e inocentes sempre agem da mesma forma. 0 estrago, porém, já estará feito. No livro, o autor apresenta documentos inéditos de alguns casos emblemáticos desse modus operandi que ele reuniu para comprovar a existência de uma “fábrica de dossiês” no coração do Ministério da Justiça. Uma das primeiras vítimas dessa engrenagem foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Senador época dos fatos, Perillo entrou na mira do petismo quando revelou a imprensa que tinha avisado Lula da existência do mensalão. 0 autor conta que em 2010 o então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, entregou em suas mãos um dossiê apócrifo sobre contas no exterior do tucano. As ordens eram expressas: Tuma deveria abrir urna investigação formal. 0 trabalho contra Perillo, revela o autor, havia sido encomendado por Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do presidente Lula. Contrariado, Tuma Junior refutou a “missão” e ainda denunciou o caso ao Senado. Esse ato, diz o livro, foi o primeiro passo do autor para o cadafalso no governo, mas não impediu novas investidas. (…) Celso Daniel, trens, mensalão… Vejam o que vai acima em destaque. Qualquer semelhança com os casos Alstom e Siemens, em São Paulo, não é mera coincidência. O livro traz revelações perturbadoras sobre: a: o caso do cartel de trens em São Paulo: b: o dossiê para incriminar Perillo; c: o dossiê para incriminar Tasso Jereissati (com pressão de Aloizio Mercadante); d: a armação para manchar a reputação de Ruth Cardozo; e: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André; f: o grampo no STF (todos os ministros foram grampeados, diz Tuma Junior); g: a conta do mensalão nas Ilhas Cayman… Tuma - grampo Gilmar E muito mais. Tuma Júnior está com documentos. Tuma Junior quer falar no Congresso. Tuma Junior tem de ser ouvido. Abaixo, seguem trechos de sua entrevista à VEJA. (…) Por que Assassinato de Reputações? Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra. De onde vinham as ordens para atacar os adversários do PT? Do Palácio do Planalto, da Casa Civil, do próprio Ministério da Justiça… No livro, conto tudo isso em detalhes, com nomes, datas e documentos. Recebi dossiês de parlamentares, de ministros e assessores petistas que hoje são figuras importantes no atual governo. Conto isso para revelar o motivo de terem me tirado da função, por meio de ataque cerrado a minha reputação, o que foi feito de forma sórdida. Tudo apenas porque não concordei com o modus operandi petista e mandei apurar o que de irregular e ilegal encontrei. (…) O Cade era um dos instrumentos da fábrica de dossiês? Conto isso no livro em detalhes. Desde 2008, o PT queria que eu vazasse os documentos enviados pela Suíça para atingir os tucanos na eleição municipal. O ministro da Justiça, Tarso Genro, me pressionava pessoalmente para deixar isso vazar para a imprensa. Deputados petistas também queriam ver os dados na mídia. Não dei os nomes no livro porque quero ver se eles vão ter coragem de negar. O senhor é afirmativo quando fala do caso Celso Daniel. Diz que militantes do partido estão envolvidos no crime. Aquilo foi um crime de encomenda. Não tenho nenhuma dúvida. Os empresários que pagavam propina ao PT em Santo André e não queriam matar, mas assumiram claramente esse risco. Era para ser um sequestro, mas virou homicídio. (…) O senhor também diz no livro que descobriu a conta do mensalão no exterior. Eu descobri a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo e a Polícia Federal não quiseram investigar. Quando entrei no DRCI, encontrei engavetado um pedido de cooperação internacional do governo brasileiro às Ilhas Cayman para apurar a existência de uma conta do José Dirceu no Caribe. Nesse pedido, o governo solicitava informações sobre a conta não para investigar o mensalão, mas para provar que o Dirceu tinha sido vítima de calúnia, porque a VEJA tinha publicado uma lista do Daniel Dantas com contas dos petistas no exterior. O que o governo não esperava é que Cayman respondesse confirmando a possibilidade de existência da conta. Quer dizer: a autoridade de Cayman fala que está disposta a cooperar e aí o governo brasileiro recua? É um absurdo. (…) O senhor afirma no livro que o ex-presidente Lula foi informante da ditadura. É uma acusação muito grave. Não considero uma acusação. Quero deixar isso bem claro. O que conto no livro é o que vivi no Dops. Eu era investigador subordinado ao meu pai e vivi tudo isso. Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir no sofá da sala do meu pai. Presenciei tudo. Conto esses fatos agora até para demonstrar que a confiança que o presidente tinha em mim no governo, quando me nomeou secretário nacional de Justiça, não vinha do nada. Era de muito tempo. 0 Lula era informante do meu pai no Dops (veja o quadro ao lado). O senhor tem provas disso? Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a um certo informante de codinome Barba. (…) Tuma imagem mensalão Encerro Encerro por ora. É claro que ainda voltarei ao tema. Tuma Junior estava lá dentro. Tuma Junior viu e ouviu. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) quer que o delegado preste depoimento à Câmara sobre o que sabe. O estado policial petista tem de parar. E parte da imprensa precisa deixar de ser o seu braço operativo. Por Reinaldo Azevedo
07/12/2013 às 18:30 O LIVRO-BOMBA – Tuma Jr. revela os detalhes do estado policial petista. Partido usa o governo para divulgar dossiês apócrifos e perseguir adversários. Caso dos trens em SP estava na lista. Ele tem documentos e quer falar no Congresso. Mais: diz que Lula foi informante da ditadura, e o contato era seu pai, então chefe do Dops Romeu Tuma Júnior conta como funciona o estado policial petista Romeu Tuma Junior conta como funciona o estado policial petista O “estado policial petista” não é uma invenção de paranoicos, de antipetistas militantes, de reacionários que babam na gravata dos privilégios e que atuam contra os interesses do povo. Não! O “estado policial petista” reúne as características de todas as máquinas de perseguição e difamação do gênero: o grupo que está no poder se apropria dos aparelhos institucionais de investigação de crimes e de repressão ao malfeito — que, nas democracias, estão submetidos aos limites da lei — e os coloca a seu próprio serviço. A estrutura estatal passa a servir, então, à perseguição dos adversários. Querem um exemplo? Vejam o que se passa com a apuração da eventual formação de cartel na compra de trens para a CPTM e o metrô em São Paulo. A questão não só pode como deve ser investigada, mas não do modo como estão agindo o Cade e a PF, sob o comando de José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça. As sentenças condenatórias estão sendo expedidas por intermédio de vazamentos para a imprensa. Pior: as mesmas empresas investigadas em São Paulo se ocuparam das mesmas práticas na relação com o governo federal. Nesse caso, não há investigação nenhuma. Escrevi a respeito nesta sexta. Quando se anuncia que o PT criou um estado policial, convenham, não se está a dizer nenhuma novidade. Nunca, no entanto, alguém que conhece por dentro a máquina do governo havia tido a coragem de vir a público para relatar em detalhes como funciona o esquema. Romeu Tuma Junior, filho de Romeu Tuma e secretário nacional de Justiça do governo Lula entre 2007 e 2010, rompe o silêncio e conta tudo no livro “Assassinato de Reputações – Um Crime de Estado”, publicado pela Editora Topbooks (557 págs., R$ 69.90). O trabalho resulta de um depoimento prestado ao longo de dois anos ao jornalista Cláudio Tognolli. O que vai ali é de assustar. Segundo Tuma Junior, a máquina petista: 1: produz e manda investigar dossiês apócrifos contra adversários políticos; 2: procura proteger os aliados. O livro tem um teor explosivo sobre o presente e o passado recente do Brasil, mas também sobre uma história um pouco mais antiga. O delegado assegura que o sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva — que nunca negou ter uma relação de amizade com Romeu Tuma — foi informante da ditadura. A VEJA desta semana traz uma reportagem sobre o livro e uma entrevista com o ex-secretário nacional da Justiça. Ele estava lá. Ele viu. Ele tem documentos e diz que está disposto a falar a respeito no Congresso. O delegado é explícito: Tarso Genro, então ministro da Justiça, o pressionou a divulgar dados de dossiês apócrifos contra tucanos. Mais: diz que a pressão vinha de todo lado, também da Casa Civil. A titular da pasta era a agora presidente da República, Dilma Rousseff. Segue um trecho da reportagem de Robson Bonin na VEJA desta semana. Volto depois. (…) Durante três anos, o delegado de polícia Romeu Tuma Junior conviveu diariamente com as pressões de comandar essa estrutura, cuja mais delicada tarefa era coordenar as equipes para rastrear e recuperar no exterior dinheiro desviado por políticos e empresários corruptos. Pela natureza de suas atividades, Tuma ouviu confidências e teve contato com alguns dos segredos mais bem guardados do país, mas também experimentou um outro lado do poder — um lado sem escrúpulos, sem lei, no qual o governo é usado para proteger os amigos e triturar aqueles que sio considerados inimigos. (…) Segundo o ex-secretário, a máquina de moer reputações seguia um padrão. O Ministério da Justiça recebia um documento apócrifo, um dossiê ou um informe qualquer sobre a existência de conta secreta no exterior em nome do inimigo a ser destruído. A ordem era abrir imediatamente uma investigação oficial. Depois, alguém dava urna dica sobre o caso a um jornalista. A divulgação se encarregava de cumprir o resto da missão. Instado a se explicar, o ministério confirmava que, de fato, a investigação existia, mas dizia que ela era sigilosa e ele não poderia fornecer os detalhes. O investigado”, é claro, negava tudo. Em situações assim, culpados e inocentes sempre agem da mesma forma. 0 estrago, porém, já estará feito. No livro, o autor apresenta documentos inéditos de alguns casos emblemáticos desse modus operandi que ele reuniu para comprovar a existência de uma “fábrica de dossiês” no coração do Ministério da Justiça. Uma das primeiras vítimas dessa engrenagem foi o governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB). Senador época dos fatos, Perillo entrou na mira do petismo quando revelou a imprensa que tinha avisado Lula da existência do mensalão. 0 autor conta que em 2010 o então ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, entregou em suas mãos um dossiê apócrifo sobre contas no exterior do tucano. As ordens eram expressas: Tuma deveria abrir urna investigação formal. 0 trabalho contra Perillo, revela o autor, havia sido encomendado por Gilberto Carvalho, então chefe de gabinete do presidente Lula. Contrariado, Tuma Junior refutou a “missão” e ainda denunciou o caso ao Senado. Esse ato, diz o livro, foi o primeiro passo do autor para o cadafalso no governo, mas não impediu novas investidas. (…) Celso Daniel, trens, mensalão… Vejam o que vai acima em destaque. Qualquer semelhança com os casos Alstom e Siemens, em São Paulo, não é mera coincidência. O livro traz revelações perturbadoras sobre: a: o caso do cartel de trens em São Paulo: b: o dossiê para incriminar Perillo; c: o dossiê para incriminar Tasso Jereissati (com pressão de Aloizio Mercadante); d: a armação para manchar a reputação de Ruth Cardozo; e: o assassinato do petista Celso Daniel, prefeito de Santo André; f: o grampo no STF (todos os ministros foram grampeados, diz Tuma Junior); g: a conta do mensalão nas Ilhas Cayman… Tuma - grampo Gilmar E muito mais. Tuma Júnior está com documentos. Tuma Junior quer falar no Congresso. Tuma Junior tem de ser ouvido. Abaixo, seguem trechos de sua entrevista à VEJA. (…) Por que Assassinato de Reputações? Durante todo o tempo em que estive na Secretaria Nacional de Justiça, recebi ordens para produzir e esquentar dossiês contra uma lista inteira de adversários do governo. 0 PT do Lula age assim. Persegue seus inimigos da maneira mais sórdida. Mas sempre me recusei. (…) Havia uma fábrica de dossiês no governo. Sempre refutei essa prática e mandei apurar a origem de todos os dossiês fajutos que chegaram até mim. Por causa disso, virei vítima dessa mesma máquina de difamação. Assassinaram minha reputação. Mas eu sempre digo: não se vira uma página em branco na vida. Meu bem mais valioso é a minha honra. De onde vinham as ordens para atacar os adversários do PT? Do Palácio do Planalto, da Casa Civil, do próprio Ministério da Justiça… No livro, conto tudo isso em detalhes, com nomes, datas e documentos. Recebi dossiês de parlamentares, de ministros e assessores petistas que hoje são figuras importantes no atual governo. Conto isso para revelar o motivo de terem me tirado da função, por meio de ataque cerrado a minha reputação, o que foi feito de forma sórdida. Tudo apenas porque não concordei com o modus operandi petista e mandei apurar o que de irregular e ilegal encontrei. (…) O Cade era um dos instrumentos da fábrica de dossiês? Conto isso no livro em detalhes. Desde 2008, o PT queria que eu vazasse os documentos enviados pela Suíça para atingir os tucanos na eleição municipal. O ministro da Justiça, Tarso Genro, me pressionava pessoalmente para deixar isso vazar para a imprensa. Deputados petistas também queriam ver os dados na mídia. Não dei os nomes no livro porque quero ver se eles vão ter coragem de negar. O senhor é afirmativo quando fala do caso Celso Daniel. Diz que militantes do partido estão envolvidos no crime. Aquilo foi um crime de encomenda. Não tenho nenhuma dúvida. Os empresários que pagavam propina ao PT em Santo André e não queriam matar, mas assumiram claramente esse risco. Era para ser um sequestro, mas virou homicídio. (…) O senhor também diz no livro que descobriu a conta do mensalão no exterior. Eu descobri a conta do mensalão nas Ilhas Cayman, mas o governo e a Polícia Federal não quiseram investigar. Quando entrei no DRCI, encontrei engavetado um pedido de cooperação internacional do governo brasileiro às Ilhas Cayman para apurar a existência de uma conta do José Dirceu no Caribe. Nesse pedido, o governo solicitava informações sobre a conta não para investigar o mensalão, mas para provar que o Dirceu tinha sido vítima de calúnia, porque a VEJA tinha publicado uma lista do Daniel Dantas com contas dos petistas no exterior. O que o governo não esperava é que Cayman respondesse confirmando a possibilidade de existência da conta. Quer dizer: a autoridade de Cayman fala que está disposta a cooperar e aí o governo brasileiro recua? É um absurdo. (…) O senhor afirma no livro que o ex-presidente Lula foi informante da ditadura. É uma acusação muito grave. Não considero uma acusação. Quero deixar isso bem claro. O que conto no livro é o que vivi no Dops. Eu era investigador subordinado ao meu pai e vivi tudo isso. Eu e o Lula vivemos juntos esse momento. Ninguém me contou. Eu vi o Lula dormir no sofá da sala do meu pai. Presenciei tudo. Conto esses fatos agora até para demonstrar que a confiança que o presidente tinha em mim no governo, quando me nomeou secretário nacional de Justiça, não vinha do nada. Era de muito tempo. 0 Lula era informante do meu pai no Dops (veja o quadro ao lado). O senhor tem provas disso? Não excluo a possibilidade de algum relatório do Dops da época registrar informações atribuídas a um certo informante de codinome Barba. (…) Tuma imagem mensalão Encerro Encerro por ora. É claro que ainda voltarei ao tema. Tuma Junior estava lá dentro. Tuma Junior viu e ouviu. O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) quer que o delegado preste depoimento à Câmara sobre o que sabe. O estado policial petista tem de parar. E parte da imprensa precisa deixar de ser o seu braço operativo. Por Reinaldo Azevedo
Friday, December 06, 2013
http://www.diarioliberdade.org/mundo/batalha-de-ideias/6078-o-que-e-amar-por-bakunin.html#.UqD0c8HisRo.facebook
270810_bakuninPimenta Negra - Carta de Bakunine ao irmão Paulo ( 29 de Março de 1845) "Continuo a ser eu próprio, como antes, inimigo declarado da realidade existente, só que com uma diferença: eu parei de ser um teórico, eu venci, enfim, em mim, a metafísica e a filosofia, e entreguei-se inteiramente, com toda a minha alma, ao mundo prático, ao mundo dos factos reais. Acredite em mim, amigo, a vida é bela; agora tenho pleno direito de dizer isto porque parei há muito tempo de olhá-la através das construções teóricas e de conhecê-la somente em fantasia, pois experimentei efectivamente muitas das suas amarguras, sofri muito e entreguei-me frequentemente ao desespero. Eu amo, Paulo, amo apaixonadamente: não sei se posso ser amado como gostaria que fosse, porém não me desespero; sei, pelo menos, que tem muito simpatia por mim; devo e quero merecer o amor daquela a quem amo, amando-a religiosamente, ou seja, activamente; ela está submetida à mais terrível e à mais infame escravidão e devo libertá-la combatendo os seus opressores e incendiando no seu coração o sentimento da sua própria dignidade, suscitando nela o amor e a necessidade da liberdade, os instintos da rebeldia e da independência, fazendo-lhe recordar a sensação da sua força e dos seus direitos. Amar é querer a liberdade, a completa independência do outro; o primeiro acto do verdadeiro amor é a emancipação completa do objeto que se ama; não se pode amar verdadeiramente a não ser alguém perfeitamente livre, independente, não só de todos os demais, mas também e, sobretudo, daquele de quem é amado e a quem ama. Esta é a profissão da minha fé política, social e religiosa, aqui está o sentido íntimo, não só dos meus actos e das minhas tendências políticas, mas também, tanto quanto me é possível, da minha existência particular e individual; porque o tempo em que poderiam ser separados estes dois géneros de acção está muito longe da gente; agora o homem quer a liberdade em todas as acepções e em todas as aplicações desta palavra, ou então não a quer de modo algum; querer a dependência daquele a quem se ama é amar uma coisa e não um ser humano, porque o que distingue o ser humano das coisas é a liberdade; e se o amor implicar também a dependência, é o mais perigoso e infame do mundo porque é então uma fonte inesgotável de escravidão e de embrutecimento para toda a humanidade. Tudo que emancipa os homens, tudo que, ao fazê-los voltar a si mesmos, suscita neles o princípio da sua vida própria, da sua actividade original e realmente independente, tudo o que lhes dá força para serem eles mesmos, é verdade; tudo o resto é falso, liberticida, absurdo. Emancipar o homem, esta é a única influência legítima e bem-feitora. Abaixo todos os dogmas religiosos e filosóficos – que não são mais que mentiras; a verdade não é uma teoria, mas sim um facto; a vida é a comunidade de homens livres e independentes, é a santa unidade do amor que brota das profundidades misteriosas e infinitas da liberdade individual. Nota biográfica Mikhail Bakunin (1814-1876), de origem aristocrática, que percorreu toda a Europa como activista revolucionário e exilado político, foi um dos fundadores da Associação Internacional dos Trabalhadores, também conhecida por I Internacional, sendo uma das figuras mais importantes do movimento e do pensamento anarquista. Da sua bibliogarfia destaca-se o livro Deus e o Estado. A carta reproduzida acima tem data de 29 de Março de 1845 e foi enviada de Paris por Bakunin ao seu irmão Paulo".
270810_bakuninPimenta Negra - Carta de Bakunine ao irmão Paulo ( 29 de Março de 1845) "Continuo a ser eu próprio, como antes, inimigo declarado da realidade existente, só que com uma diferença: eu parei de ser um teórico, eu venci, enfim, em mim, a metafísica e a filosofia, e entreguei-se inteiramente, com toda a minha alma, ao mundo prático, ao mundo dos factos reais. Acredite em mim, amigo, a vida é bela; agora tenho pleno direito de dizer isto porque parei há muito tempo de olhá-la através das construções teóricas e de conhecê-la somente em fantasia, pois experimentei efectivamente muitas das suas amarguras, sofri muito e entreguei-me frequentemente ao desespero. Eu amo, Paulo, amo apaixonadamente: não sei se posso ser amado como gostaria que fosse, porém não me desespero; sei, pelo menos, que tem muito simpatia por mim; devo e quero merecer o amor daquela a quem amo, amando-a religiosamente, ou seja, activamente; ela está submetida à mais terrível e à mais infame escravidão e devo libertá-la combatendo os seus opressores e incendiando no seu coração o sentimento da sua própria dignidade, suscitando nela o amor e a necessidade da liberdade, os instintos da rebeldia e da independência, fazendo-lhe recordar a sensação da sua força e dos seus direitos. Amar é querer a liberdade, a completa independência do outro; o primeiro acto do verdadeiro amor é a emancipação completa do objeto que se ama; não se pode amar verdadeiramente a não ser alguém perfeitamente livre, independente, não só de todos os demais, mas também e, sobretudo, daquele de quem é amado e a quem ama. Esta é a profissão da minha fé política, social e religiosa, aqui está o sentido íntimo, não só dos meus actos e das minhas tendências políticas, mas também, tanto quanto me é possível, da minha existência particular e individual; porque o tempo em que poderiam ser separados estes dois géneros de acção está muito longe da gente; agora o homem quer a liberdade em todas as acepções e em todas as aplicações desta palavra, ou então não a quer de modo algum; querer a dependência daquele a quem se ama é amar uma coisa e não um ser humano, porque o que distingue o ser humano das coisas é a liberdade; e se o amor implicar também a dependência, é o mais perigoso e infame do mundo porque é então uma fonte inesgotável de escravidão e de embrutecimento para toda a humanidade. Tudo que emancipa os homens, tudo que, ao fazê-los voltar a si mesmos, suscita neles o princípio da sua vida própria, da sua actividade original e realmente independente, tudo o que lhes dá força para serem eles mesmos, é verdade; tudo o resto é falso, liberticida, absurdo. Emancipar o homem, esta é a única influência legítima e bem-feitora. Abaixo todos os dogmas religiosos e filosóficos – que não são mais que mentiras; a verdade não é uma teoria, mas sim um facto; a vida é a comunidade de homens livres e independentes, é a santa unidade do amor que brota das profundidades misteriosas e infinitas da liberdade individual. Nota biográfica Mikhail Bakunin (1814-1876), de origem aristocrática, que percorreu toda a Europa como activista revolucionário e exilado político, foi um dos fundadores da Associação Internacional dos Trabalhadores, também conhecida por I Internacional, sendo uma das figuras mais importantes do movimento e do pensamento anarquista. Da sua bibliogarfia destaca-se o livro Deus e o Estado. A carta reproduzida acima tem data de 29 de Março de 1845 e foi enviada de Paris por Bakunin ao seu irmão Paulo".
Thursday, December 05, 2013
Governo de Cristina abandona um pedaço da Argentina e se preocupa com o que não tem;
http://oglobo.globo.com/mundo/saques-na-argentina-deixam-tres-mortos-mais-de-100-feridos-10963756
Saques na Argentina deixam três mortos e mais de 100 feridos Nova ministra da Segurança toma posse em meio a caos Distúrbios em Córdoba ocorrem durante greve de policiais; mais de 30 lojas são roubadas Tweet Comentar Enviar Imprimir Janaína Figueiredo - Correspondente Publicado: 4/12/13 - 11h00 Atualizado: 4/12/13 - 22h34 Saqueadores deixam um supermercado em Córdoba, na Argentina. Distúrbios deixaram um jovem morto Foto: AFP Saqueadores deixam um supermercado em Córdoba, na Argentina. Distúrbios deixaram um jovem morto AFP BUENOS AIRES - A província argentina de Córdoba foi cenário nesta quarta-feira de violentos saques a supermercados e estabelecimentos comerciais, em meio a uma greve dos policiais locais que exigem reajustes salariais. E enquanto os confrontos deixavam três mortos e mais de 100 feridos, em Buenos Aires tomava posse a nova ministra da Segurança - principal preocupação dos argentinos. Pela manhã, o advogado dos grevistas anunciou um princípio de acordo para elevar os salários, o que os faria voltar a suas funções. Veja também Galeria Dia de saques em comércio argentino Argentina: ‘Governo sabia sobre conflito e não agiu’, diz analista político Em Córdoba, um jovem de 20 anos morreu baleado durante as invasões e roubos e 52 pessoas foram presas. Um homem de 85 anos também morreu ao passar mal ao ter sua casa invadida. Em Glew, na Grande Buenos Aires, 50 pessoas tentaram invadir e roubar um supermercado durante um corte de energia. O dono reagiu e morreu asfixiado, depois que os ladrões atearam fogo ao mercado. Os problemas começaram ainda na tarde de terça-feira e se estenderam até a manhã desta quarta. Foram saqueados mais de 30 estabelecimentos comerciais, entre supermercados, lojas de eletrodomésticos e outras empresas. O temor de invasões levou cidadãos cordobenses a organizarem pequenas milícias para a proteção de suas casas e ruas. Vários comerciantes fizeram o mesmo e resistiram armados em suas lojas. O cenário de caos, com pneus queimados, vidros quebrados e motos incendiadas paralisou quase que completamente a cidade. O governador peronista José Manuel de la Sota, que se encontrava em viagem oficial pela América Latina, regressou ao país. O governo da presidente Cristina Kirchner informou que não vai interferir no conflito. - Lamentamos as vítimas, mas este é um conflito interno da província de Córdoba - declarou o chefe de gabinete, Jorge Capitanich. De la Sota é um dos governadores críticos ao governo Kirchner, e considerado um potencial candidato do Partido Justicialista (PJ) nas eleições presidenciais de 2015. Nas últimas eleições legislativas, seus candidatos foram os mais votados em Córdoba, província na qual o kirchnerismo ficou em quarto lugar. - Meu telefone não recebeu ligação alguma do governador De la Sota - disse Capitanich, negando que o governador de Córdoba tenha pedido ajuda ao governo nacional. No entanto, o governo de Córdoba assegura ter pedido o envio da Gendarmeria (corpo de segurança nacional) à província. No fim da tarde, o governador e os policiais grevistas assinaram um acordo. A polícia começou a se mobilizar, mas os saques continuam em algumas regiões. Em meio ao caos, o governador la Sota voltou às pressas da viagem que fazia para a Colômbia e o Panamá para tentar fechar um acordo com os policiais, a quem ele já havia afirmado não ter dinheiro para o aumento de salários demandado. Com o caos, entretanto, ele entrou em acordo e elevou o piso da província para cerca de R$ 3 mil. No final da tarde de ontem, as ruas da capital voltaram a ter policiamento reforçado, mas focos de saques ainda eram noticiados pela imprensa local. Assunto chega ao Congresso Em Glew, cerca de 50 pessoas tentaram saquear o supermercado do chinês Lin Zhang Xian durante a falta de luz provocada por um temporal. Lin tentou evitar o roubo com tiros, ferindo duas pessoas. Em represália, os ladrões colocaram fogo no supermercado, matando o dono asfixiado. Os policiais foram atacados com pedradas ao chegarem ao local. Seis suspeitos foram presos. No Congresso, deputados da oposição pediram a implantação de uma Lei de Emergência de Segurança Nacional. Integrantes dos partidos União Para Todos, Democrata de Mendoza e PRO apresentaram um projeto de lei de emergência com o objetivo de dar à polícia poder “para superar a situação de perigo coletivo que a nação possa enfrentar”. “Como vimos mais de uma província necessita da colaboração das Forças de Segurança Nacionais para combater situações de violência, distúrbios sociais ou a luta contra o narcotráfico e o delito. No entanto, travas jurisdicionais ou burocráticas negam essa ajuda ou fazem com que ela chegue de forma tardia. Esse projeto busca pôr fim a esses impedimentos”, disseram os deputados em comunicado conjunto.
Saques na Argentina deixam três mortos e mais de 100 feridos Nova ministra da Segurança toma posse em meio a caos Distúrbios em Córdoba ocorrem durante greve de policiais; mais de 30 lojas são roubadas Tweet Comentar Enviar Imprimir Janaína Figueiredo - Correspondente Publicado: 4/12/13 - 11h00 Atualizado: 4/12/13 - 22h34 Saqueadores deixam um supermercado em Córdoba, na Argentina. Distúrbios deixaram um jovem morto Foto: AFP Saqueadores deixam um supermercado em Córdoba, na Argentina. Distúrbios deixaram um jovem morto AFP BUENOS AIRES - A província argentina de Córdoba foi cenário nesta quarta-feira de violentos saques a supermercados e estabelecimentos comerciais, em meio a uma greve dos policiais locais que exigem reajustes salariais. E enquanto os confrontos deixavam três mortos e mais de 100 feridos, em Buenos Aires tomava posse a nova ministra da Segurança - principal preocupação dos argentinos. Pela manhã, o advogado dos grevistas anunciou um princípio de acordo para elevar os salários, o que os faria voltar a suas funções. Veja também Galeria Dia de saques em comércio argentino Argentina: ‘Governo sabia sobre conflito e não agiu’, diz analista político Em Córdoba, um jovem de 20 anos morreu baleado durante as invasões e roubos e 52 pessoas foram presas. Um homem de 85 anos também morreu ao passar mal ao ter sua casa invadida. Em Glew, na Grande Buenos Aires, 50 pessoas tentaram invadir e roubar um supermercado durante um corte de energia. O dono reagiu e morreu asfixiado, depois que os ladrões atearam fogo ao mercado. Os problemas começaram ainda na tarde de terça-feira e se estenderam até a manhã desta quarta. Foram saqueados mais de 30 estabelecimentos comerciais, entre supermercados, lojas de eletrodomésticos e outras empresas. O temor de invasões levou cidadãos cordobenses a organizarem pequenas milícias para a proteção de suas casas e ruas. Vários comerciantes fizeram o mesmo e resistiram armados em suas lojas. O cenário de caos, com pneus queimados, vidros quebrados e motos incendiadas paralisou quase que completamente a cidade. O governador peronista José Manuel de la Sota, que se encontrava em viagem oficial pela América Latina, regressou ao país. O governo da presidente Cristina Kirchner informou que não vai interferir no conflito. - Lamentamos as vítimas, mas este é um conflito interno da província de Córdoba - declarou o chefe de gabinete, Jorge Capitanich. De la Sota é um dos governadores críticos ao governo Kirchner, e considerado um potencial candidato do Partido Justicialista (PJ) nas eleições presidenciais de 2015. Nas últimas eleições legislativas, seus candidatos foram os mais votados em Córdoba, província na qual o kirchnerismo ficou em quarto lugar. - Meu telefone não recebeu ligação alguma do governador De la Sota - disse Capitanich, negando que o governador de Córdoba tenha pedido ajuda ao governo nacional. No entanto, o governo de Córdoba assegura ter pedido o envio da Gendarmeria (corpo de segurança nacional) à província. No fim da tarde, o governador e os policiais grevistas assinaram um acordo. A polícia começou a se mobilizar, mas os saques continuam em algumas regiões. Em meio ao caos, o governador la Sota voltou às pressas da viagem que fazia para a Colômbia e o Panamá para tentar fechar um acordo com os policiais, a quem ele já havia afirmado não ter dinheiro para o aumento de salários demandado. Com o caos, entretanto, ele entrou em acordo e elevou o piso da província para cerca de R$ 3 mil. No final da tarde de ontem, as ruas da capital voltaram a ter policiamento reforçado, mas focos de saques ainda eram noticiados pela imprensa local. Assunto chega ao Congresso Em Glew, cerca de 50 pessoas tentaram saquear o supermercado do chinês Lin Zhang Xian durante a falta de luz provocada por um temporal. Lin tentou evitar o roubo com tiros, ferindo duas pessoas. Em represália, os ladrões colocaram fogo no supermercado, matando o dono asfixiado. Os policiais foram atacados com pedradas ao chegarem ao local. Seis suspeitos foram presos. No Congresso, deputados da oposição pediram a implantação de uma Lei de Emergência de Segurança Nacional. Integrantes dos partidos União Para Todos, Democrata de Mendoza e PRO apresentaram um projeto de lei de emergência com o objetivo de dar à polícia poder “para superar a situação de perigo coletivo que a nação possa enfrentar”. “Como vimos mais de uma província necessita da colaboração das Forças de Segurança Nacionais para combater situações de violência, distúrbios sociais ou a luta contra o narcotráfico e o delito. No entanto, travas jurisdicionais ou burocráticas negam essa ajuda ou fazem com que ela chegue de forma tardia. Esse projeto busca pôr fim a esses impedimentos”, disseram os deputados em comunicado conjunto.
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