Sunday, June 12, 2011
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/928019-criterio-de-pagamento-opoe-ecad-e-empresas-em-acoes-na-justica.shtml
12/06/2011 - 07h18
Critério de pagamento opõe Ecad e empresas em ações na Justiça
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ELVIRA LOBATO
DO RIO
ROBERTO KAZ
DE SÃO PAULO
Há na Justiça uma guerra de titãs sobre o preço do direito autoral para a execução de músicas no Brasil.
Critério é "carta de alforria" para classe, diz Ecad
As operadoras de TV por assinatura, mais as redes Globo, SBT e RedeTV! e alguns dos maiores grupos de exibidores de cinema recusam o critério de preço do Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição), que cobra 2,5% sobre o faturamento bruto das empresas.
De acordo com cálculos do Ecad, se a entidade vencesse todos os processos que tramitam na Justiça contra televisões, receberia R$ 2,23 bilhões, relativos ao dinheiro devido nos últimos cinco anos (1,25 bilhão das TVs por assinatura mais R$ 975 milhões das TVs abertas).
A dimensão da guerra fica evidente na comparação entre o faturamento dos setores e a arrecadação do Ecad.
A televisão aberta faturou R$ 18 bilhões no ano passado, de acordo com a Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão). Se aplicado o critério de 2,5% do faturamento, implicaria um pagamento de R$ 450 milhões ao Ecad.
Segundo o escritório, porém, o setor pagou bem menos: R$ 87,4 milhões.
O tema é ainda mais explosivo na televisão por assinatura. O número de assinantes passou de 5,3 milhões para 10,6 milhões desde 2007, e o faturamento anual pulou de R$ 6,7 bi para R$ 12 bi.
Pelo critério do Ecad, o setor deveria ter recolhido R$ 306 milhões em 2010. O valor não chegou a 10% disso.
A disputa com as TVs abertas começou depois que o Ecad rompeu o convênio que tinha com a Abert, em 1994.
Até então, os valores eram negociados entre as duas instituições --ainda é o que ocorre no caso das rádios.
A partir daquele ano, o Ecad passou a discutir individualmente com cada emissora, elevando os preços. Sofreu várias ações na Justiça, questionando sua legitimidade para centralizar a cobrança de direitos autorais. O Supremo Tribunal Federal confirmou a legitimidade.
Hoje, de acordo com o Ecad, Bandeirantes, Record e CNT obedecem ao critério.
SBT obedecia até 2006, quando entrou na Justiça. A ação, que corre na 38ª Vara Cível do Fórum João Mendes, em São Paulo, compara a situação da emissora à da Globo, alegando que a "líder de audiência paga percentual sobre sua receita de 0,657, enquanto que o da Autora corresponde a 2,5%". O SBT também questiona o percentual pago pela Record.
O argumento do SBT se baseia no que a Globo deposita todo mês em juízo, em nome do Ecad. O valor atual é de R$ 5 milhões por mês (calculado de acordo com o contrato que tinha com o escritório em 2005, com correção).
A emissora carioca também briga com o Ecad na Justiça. Contesta a vinculação do direito autoral ao faturamento e a prática do Ecad de cobrar por pacote fechado.
De acordo com as regras atuais, as emissoras não podem pagar apenas pelas músicas que utilizarão. O valor cobrado pelo Ecad inclui o uso ilimitado de todas as músicas de seu cadastro.
A ação da Globo está no Superior Tribunal de Justiça --a emissora perdeu em primeira instância e ganhou em segunda_ e é considerada determinante para resolver o conflito. Se o STJ julgar o percentual legítimo, abrirá um importante precedente para que todas as empresas em litígio paguem os R$ 2,23 bilhões que devem ao Ecad.
| Editoria de Arte | ||
CINEMA
Entre os exibidores de cinema, a diferença entre o valor pretendido pelo Ecad é menor do que nos outros setores (R$ 22 milhões) porque vários exibidores perderam as ações judiciais, que também se baseavam na tese da ilegitimidade do Ecad. Mas nenhum deles concorda com o critério de cobrança.
O empresário gaúcho Ricardo Difini, diretor da GNC Cinemas e presidente da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas, diz que o que paga ao Ecad lhe permitiria abrir uma sala de 300 lugares por ano.
Os exibidores não concordam em pagar direitos autorais sobre filmes estrangeiros porque, segundo eles, os distribuidores já pagam os direitos no exterior.
O mesmo dizem as TVs por assinatura em relação aos canais estrangeiros. O diretor jurídico da Sky, Ricardo Lagreca, aponta outro complicador: os serviços de TV paga, banda larga e telefone são vendidos em pacotes.
"Se o Ecad cobrar sobre o faturamento bruto, o cálculo recairá também sobre o telefone e a internet. Como os custos acabam repassados ao consumidor, eles serão penalizados", diz Lagreca.
Wednesday, June 08, 2011
No meu ver é sinonimo primeiro de (crime), sengundo falta de (educação) mesmo.
É aquela velha conversa, nos "olhos dos outros é refresco".
08/06/2011 - 11h04
Contran proíbe instalação de farol de xênon
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COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
A instalação de faróis de xênon --gás xenônio-- em veículos foi proibida pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) em todo o país. A resolução 384 foi publicada na terça-feira (7) no Diário Oficial da União.
Segundo o Contran, a proibição das potentes lâmpadas de xênon --iluminam até três vezes mais que faróis normais-- foi implantada por um quesito de segurança: a luz forte pode ofuscar a visão dos motoristas e causar acidentes.
| Divulgação |
| Instalação de faróis de xênon foi proibida na terça (7) pelo Contran |
A resolução permite a substituição dos faróis de xênon em veículos que possuem os modelos em seus projetos originais. Os carros novos fabricados antes da norma também estão liberados.
O dispositivo chegou a ser proibido pelo Contran em 2009, mas foi liberado após regulamentação que estabelece limites de intensidade de luz.
Os kits de farol de xênon podem custar até R$ 2.000, dependendo do grau de iluminação. O dispositivo virou moda entre os amantes de carros tunados pelo aspecto estético. A instalação irregular do modelo resulta em multa de R$ 127,69 e cinco pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).
ACESSÓRIOS
De acordo com o Contran, a colocação de adesivos, pinturas, películas ou qualquer outro material nos dispositivos de iluminação de veículos --conhecidas como máscaras-- também foi proibida na terça.
Sunday, May 22, 2011
Thursday, May 12, 2011
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http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/914243-ecad-pode-ser-investigado-em-cpi-no-senado.shtml
11/05/2011 - 12h14
Ecad pode ser investigado em CPI no Senado
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GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA
O PSOL vai apresentar nesta quarta-feira no Senado pedido de instalação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a arrecadação de recursos do Ecad (Escritório Central de Arrecadação de Direitos), responsável pelos direitos autorais no Brasil. O partido reuniu 28 assinaturas de senadores em apoio à criação da CPI com o objetivo de investigar irregularidades na arrecadação.
Para que a comissão seja instalada, são necessárias pelo menos 27 assinaturas de senadores. Depois de encaminhado o pedido ao presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), o plenário da Casa tem que autorizar a criação da CPI.
O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) disse acreditar na instalação da comissão até o final desta semana, uma vez que não há outras na fila para serem criadas. "Vou protocolar hoje o pedido. Vamos conseguir mais de 30 assinaturas em apoio à CPI", afirmou.
O PSOL quer apurar a falta de fiscalização nos recursos arrecadados. O próprio Ministério da Cultura admitiu, no início de maio, a possibilidade de falhas na gestão coletiva e a necessidade de supervisão do Ecad pelo Estado.
Há denúncias de que autores de composições não recebem pelas suas criações, enquanto outros ficam o dinheiro arrecadado. Casos como o de Milton Coitinho dos Santos, de Bagé (RS), e o da família Silva, de Belo Horizonte (MG), que receberiam por músicas que não compuseram, motivaram a criação da CPI.
"Não há fiscalização dos recursos arrecadados com direitos autorais no Brasil. O sistema foi criado em 1963, o conselho que fiscalizava o Ecad foi extinto, mas ele continuou. Não há destinação dos recursos para os autores", disse Randolfe.
Ex-integrantes do Ministério da Cultura (Minc) e músicos ouvidos pela Folha, atribuem as denúncias a uma guerra de informações que tem o objetivo de pressionar os novos integrantes da pasta e o Congresso Nacional a levar adiante a reforma do direito autoral.
O projeto de lei estava sendo tocado pelo governo Lula e a ministra Ana de Hollanda (Cultura), logo que assumiu, anunciou ter o desejo de revê-lo.
Sunday, May 01, 2011
ECAD É DESMASCARADO PELA FOLHONA
Fraude no ECAD, reportagem da Folha de São Paulo.
30/04/2011
‘Nem gaita toco’, diz ‘laranja’ dos direitos autorais
O homem a quem o Ecad diz ter pago R$ 128 mil em direitos de trilhas sonoras jamais compôs uma canção.
Milton Coitinho dos Santos, que é motorista em Bagé (RS), ficou surpreso: “Não toco violão, viola nem essa gaita aqui”. Em 2009, seus dados foram registrados na União Brasileira dos Compositores.
Laranja é utilizado para desviar pagamento de direitos autorais
“Se tivesse recebido esses R$ 130 mil não estava aqui dirigindo ônibus, né?”, diz Milton Coitinho
CPF e RG foram usados para pagamento por trilhas de cinema, mas condutor afirma que não toca instrumento
GRACILIANO ROCHA
ENVIADO ESPECIAL A BAGÉ (RS)
Um homem que nunca compôs uma só canção e não toca nenhum instrumento musical consta como beneficiário de R$ 127,8 mil em direitos autorais de 24 trilhas sonoras do cinema nacional.
Encontrado pela Folha na garagem da empresa de ônibus onde trabalha, em Bagé, o motorista Milton Coitinho dos Santos, 46, demonstrou surpresa ao ser questionado se compusera as trilhas que o Ecad (Escritório Central de Arrecadação e Distribuição) lhe atribui: “Eu? Não toco violão, viola nem essa gaita aqui [referindo-se ao acordeon usado na região]“.
O CPF e o número de identidade de Coitinho constam como destinatário dos pagamentos feitos em 2009 (R$ 33.364) e 2010 (R$ 94.453), mas seu padrão de vida é humilde: mora em uma casa modesta numa rua de terra na periferia de Bagé com a família e dirige um Gol 1996.
Trabalha há três anos na Kopereck Turismo como motorista, onde recebe salário de R$ 1.030 por oito horas diárias transportando trabalhadores de Bagé à usina termelétrica em Candiota (RS). “Se eu tivesse recebido esses R$ 130 mil não estava aqui dirigindo ônibus, né?
Alguém só pode estar usando meu nome”, afirmou. Em 2009, alguém usou os dados de Coitinho para registrá-lo na União Brasileira dos Compositores, uma das entidades que formam o Ecad, como autor das trilhas sonoras de “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964) e “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha. Até a trilha de “O Pagador de Promessas” (1962), de Anselmo Duarte, produzido dois anos antes de o motorista nascer, foi incluída.
Um dos rastros deixados pelos fraudadores foi uma ficha de filiação do falso Coitinho à UBC. No documento, o nome, os números da cédula de identidade e do CPF coincidem com o de Coitinho.
Nada mais confere: o “compositor” diz no documento que nasceu em Porto Alegre em 1940, mas o verdadeiro Coitinho nasceu em Bagé em 1964. A foto mostra um homem de aspecto mais velho que o do motorista. A ficha da UBC e uma procuração em nome da estudante Bárbara de Mello Moreira para que ela recebesse os valores dos direitos autorais contêm assinaturas de Coitinho, mas elas não conferem com as do condutor. Coitinho disse que não conhece Bárbara Moreira e que jamais morou no exterior, como diz o registro do Ecad.
Friday, March 18, 2011
Friday, March 04, 2011
E ai como fica, o governo Brasileiro diante disto tudo que ocorre no mondo Arabe e Africano, vai fazer de conta que não esta acontecendo nada?A UE ja começou o embargo economico a familia de Gaddafi e aqui no Brasil, como fica os investimentos feitos por este facinora?
O governo Brasileiro, não pode fazer de conta que tudo esta as mil maravilhas e nem ter permitido tal investimentos de um governo ditatorial, disfarçado de democracia.
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DIRETO DA ISTO É DINHEIRO:
edição: 231 | 25.JAN - 10:00 | Atualizado em 04.03 - 12:30
NEGÓCIOS DE KADAFI CHEGAM AO BRASIL
O ditador líbio montou uma rede que inclui 50 bancos,fábricas de tecidos e alimentos e clubes de futebol. Tem ainda US$ 6 bilhões para investir
O Muamar Kadafi que todo mundo conhece é o ditador líbio, tido como patrocinador do terrorismo, inimigo declarado dos EUA e que adora desfilar com roupas extravagantes – além de possuir uma coleção de óculos capaz de fazer inveja a delegados de polícia. Essa é a face mais visível do coronel da Líbia. Mas também existe um outro Muammar Kadafi, que poucos conhecem. Este é investidor, dono de participações em pelo menos meia centena de bancos, projetista de carros, sócio de companhias de petróleo, têxteis e de alimentos e ainda cartola de futebol. O coronel Muamar Al Kadafi montou uma surpreendente rede de negócios. Por meio da empresa Lafico (Libyan Arab Foreign Investments), ele adquiriu nos últimos anos participações em corporações de peso, principalmente na Europa. Kadafi lucra com tecidos e bancos na Itália, com imóveis na Inglaterra, companhias de petróleo na Holanda, hotéis na Ásia, com mineração e supermercados no Marrocos. Seus tentáculos se estendem até o Brasil. o Banco ABC Brasil é uma filial do Arab Banking Corp, do qual ele é acionista. Kadafi possui participações em 72 companhias em mais de 45 países. Na quarta-feira 23, o líder líbio, que já havia comprado 5% do clube de futebol italiano Juventus, abocanhou outros 5%. Gastou, ao todo, US$ 50 milhões. De acordo com Mohamed Eli Al Huwej, principal executivo da Lafico, o coronel tem em caixa mais US$ 6 bilhões para investir em novos projetos.
Muamar Kadafi vem armando esta teia corporativa ao longo dos últimos 15 anos. Ele montou a Lafico no início dos anos 80 com capital de US$ 1,5 bilhão. Os aliados dizem que tal riqueza vem de berço. Os desafetos rebatem: “Só se berço mudou de nome”. Até recentemente, os negócios se espalharam apenas no sistema financeiro. Enquanto via seu dinheiro se multiplicar no exterior, o coronel ocupava as horas de folga inventando projetos. Entre eles, o “Rocket Car” – veículo dotado de um sistema de segurança quase paranóico e design que lembra um foguete. Bem ao seu modo, Kadafi bradou: “A Líbia irá se transformar em centro de excelência de veículos”. Foi apenas sonho das mil e uma noites. A veia capitalista do ditador só ganhou impulso nos últimos três anos quando Kadafi deixou de insuflar o terrorismo (pelo menos é isso que ele anda pregando). Um dos exemplos da temporária reabilitação se deu em 2000. Ele entregou ao Tribunal Internacional os agentes líbios acusados de explodir o Boeing da Pan Am que se espatifou sobre a cidade escocesa de Lockerbie, em 1988. O gesto reduziu as sanções econômicas. Com isso, Kadafi ganhou espaço na Europa e Ásia. Só os EUA ainda mantêm na geladeira as relações comerciais, proibindo qualquer empresa americana de fazer transações com líbios. O problema é que nem mesmo a CIA sabe ao certo quais são os negócios de Kadafi.
São muitos. A maioria deles na Itália. A ligacão com a família Agnelli, dona da Fiat, é antiga. Em 1976, por exemplo, a Fiat passava por uma crise aguda e Kadafi aproveitou a oportunidade. Pagou US$ 415 milhões por 10% das ações da montadora. Uma década depois, com a Fiat já lucrativa, o coronel saiu do negócio com US$ 3 bilhões no bolso. Ainda na Itália, o líbio mantém participações na Banca di Rome e na fabricante de tecidos Olcese – fornecedora de grifes como Benetton e Armani. De todas as empreitadas, a maior talvez seja a participação indireta na Tamoil, antiga Amoco. A empresa é dona de 1,7 mil postos de gasolina na Europa. É a principal subsidiária da holandesa Oilinvest, corporação na qual o governo da Líbia mantém 45% de participação. O executivo Huwej diz que o próximo passo é aumentar os investimentos no ramo imobiliário. A Lafico já possui um patrimônio de US$ 1 bilhão em imóveis em Londres e busca novas oportunidades neste setor.
Wednesday, March 02, 2011
Os manifestantes estavam na frente do escritório do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) no Reino Unido.
Os índios estavam acompanhados de organizações internacionais, como a Amazon Watch, baseada nos Estados Unidos. “A menos que a administração Dilma seja desafiada no caso de Belo Monte, o que veremos nos próximos quatro anos serão dezenas de licenças para barragens na Amazônia”, disse ao “FT” a fundadora da entidade, Atossa Soltani.
Monday, February 28, 2011
Este facinora é muito muito ilario, depois de fazer inumeras plasticas para se parecer com Mika jackson, agora mais parece um palhaço com aquele lençol e turbante.
FORA GADDAFI!!!!
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Um clipe feito pelo videomaker israelense Noy Alooshe está fazendo sucesso no site You Tube, principalmente entre os opositores a Muammar Kadafi. Já conta com quase 500 mil hits, muitos deles de internautas líbios.
Trata-se de uma versão remix de partes de um discurso do ditador líbio feito na semana passada, na qual ele repetiu palavras de ordem em cima de uma muralha de pedra no centro de Trípoli.
No discurso, Kadafi prometeu perseguir os baderneiros que, segundo ele, estão tumultuando a Líbia, “polegada a polegada, de casa em casa, de quarto em quarto, de beco em beco”.
Para o videomaker, Kadafi “cantou” essas palavras como se estivesse cantando um rap, apelidado de Dança do "zenga zenga” (ou “beco beco”). Ele adicionou música, mixou as imagens e criou, segundo ele, uma música digna de danceterias.
Apesar de ser de autoria de um israelense, a oposição líbia adotou o clipe, que agora aparece em vários sites anti-Kadafi.
Saturday, February 12, 2011

A mascara caiu a muito tempo, mas em doses homeopaticas, tipo com "vaselina", o povo não nativo da Ilha, não centiu, a enterrada na bunda, agora, como se eles realmente conseguissem ligar e desligar ou mesmo ajustar um equalizador de nóssas mentes, vão dirigindo conforme suas vontades o cotidiano de nosso viver, revolta muito saber que tudo é desonesto, que tudo é um interesse só de um grupo e não de uma coletividade, revolta saber de manipulações de como deve ser conduzido a politica local.
Agora cá com os pensamentos, a maioria venceu, votou nisto que esta ai, nesta bagunça, no desmando, no não cumprimento das boas maneiras e educacão, no não cumprimento das leis e o Ilheu Manezinho, aquele de raiz, fica no esquecimento, a Ilha não nos pertence mais, agora é cair fora, o barco esta afundado.
É vergonhoso o que se passa, é uma calhordisse total, a mentira cola, o esqueminha é a moda.
Me adimira ver tanta gente metida a "Intelectual", barnabés dando ordens, como se fossem os donos da fazenda, é muita humilhação.
QUANDO É QUE SE VAI TER VERGONHA NA CARA E FAZER UM LEVANTE CONTRA TUDO ISTO, PELO AMOR DE DEUS!!!!
No passado fiz parte indiretamente dos fatos ocorridos durante a "Novembrada", ta na hora do povo se rebelar, mudar tudo isto, ta na hora do BASTA, CHEGA, ESGOTOU, ENCHEU O SACO.
Thursday, December 23, 2010
Thursday, December 09, 2010
Dale merda no ventilador, vamo acabar com a hipocrisia, a corrupçao abunda no mundo, como dizia um ex-presidente da republica, vamos "OBRAR" na cabeça deles.http://cartacapitalwikileaks.wordpress.com/
Friday, November 05, 2010
Monday, September 27, 2010
Thursday, September 23, 2010
Por Cesar Valente ⋅ 22 de setembro de 2010, às 22:58
Foi lançado hoje em SP um manifesto com o objetivo, segundo seus organizadores, de “brecar a marcha para o autoritarismo”. Não por acaso, o movimento nasce num momento em que o presidente da República lança ataques quase diários à liberdade de informação e expressão, criticando a imprensa por expor os malfeitos que rondam a Casa Civil e outros órgãos de seu governo.
Entre seus signatários iniciais estão o jurista Hélio Bicudo, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal Carlos Velloso, os cientistas políticos Leôncio Martins Rodrigues, José Arthur Gianotti, José Álvaro Moisés e Lourdes Sola,o poeta Ferreira Gullar, d. Paulo Evaristo Arns, os historiadores Marco Antonio Villa e Bóris Fausto, o embaixador Celso Lafer, os atores Carlos Vereza e Mauro Mendonça e a atriz Rosamaria Murtinho.
Leia abaixo a íntegra do manifesto em defesa da democracia. E, se achar que deve, clique aqui para entrar no site que permitirá o registro de sua assinatura (nome, e-mail e rg). Segundo os organizadores, na primeira tarde de coleta de assinaturas na internet, o número de apoiadores já ultrapassa cinco mil.
“Manifesto em Defesa da Democracia
Numa democracia, nenhum dos Poderes é soberano. Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.
Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.
É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.
É inaceitável que militantes partidários tenham convertido órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.
É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.
É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais em valorizar a honestidade.
É constrangedor que o Presidente não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado.
É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras, mas um inimigo que tem de ser eliminado.
É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e de empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.
É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.
É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É deplorável que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.
Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para ignorar a Constituição e as leis.
Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las.
É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo. Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.
Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.”
Mesmo que você não se sinta à vontade para assinar o manifesto, pelo menos pense um pouco sobre o que aí está dito e sobre o que está levando tanta gente a achar que é necessário tomar posição pública em defesa da democracia.





