Tuesday, November 15, 2011

Ministro MENTIROSO DIZ QUE MORRE DE AMOR PELA DIRMA, FOI PEGO COM AS CARSA NA MÃO, DIRMA PROVAVELMENTE VAI PEDIR DIVORCIO.
Surrrupiei lá do Grajau de Fato: http://www.grajaudefato.com.br/

Confirmações de grajauense à VEJA complicam ministro do Trabalho

Agora, a presidente Dilma quer explicações convincentes do ministro para não tirá-lo da pasta imediatamente

Postado em 14/11/2011 às 08:15

O grajauense, Ezequiel Nascimento (PDT) candidato a deputado distrital nas eleições do ano passado e ex-secretário de Políticas Públicas de Emprego do Ministério do Trabalho, pode deixar a situação do ministro Carlos Lupi numa saia ainda mais justa.

Desde a semana passada Lupi se encontra em maus lençóis por conta da existência de um esquema de arrecadação de propina operado por integrantes do PDT, seu partido, lotados na pasta do Ministério do Trabalho.

De acordo com a reportagem de VEJA desta semana, o grupo agia em duas frentes: “Numa delas, extorquia ONGs às voltas com irregularidades na execução dos contratos e que, por isso mesmo, ficavam sem receber dinheiro da União”. Na outra, por sua vez, “fazia vista grossa a malfeitorias cometidas por ONGs amigas”.

Com o título “O voo cego do ministro do Trabalho”, a reportagem de VEJA desta semana destaca uma viagem do Ministro Lupi feita no dia 13 de dezembro de 2009, ao Maranhão, num pequeno avião alugado por um dos principais acusados de desviar dinheiro de convênios com o ministério. E o acusado estava entre os passageiros.

Segundo afirmações do grajauense Ezequiel Nascimento, o avião King Air branco com detalhes em azul, de prefixo PT-ONJ, de propriedade do dono da ONG Pró-Cerrado, Adair Meira, ficou à disposição do ministro e dos pedetistas do Maranhão em uma viagem cujo objetivo era lançar um programa de qualificação profissional em sete municípios do Maranhão. VEJA indagou Ezequiel sobre quem disponibilizou a aeronave e ele respondeu: “O Adair”.

Estavam na aeronave, além do ministro, os pedetistas, deputado federal Weverton Rocha, Ezequiel Nascimento, o ex-governador maranhense Jackson Lago (falecido) e Adair Meira, dono do avião.

Questionado sobre sua relação com Meira, o ministro do Trabalho disse nem conhecê-lo. “Eu não tenho relação nenhuma, absolutamente nenhuma, com o – como é o nome? – seu Adair”, afirmou à Revista.

VEJA denunciou que no fim de 2010, um ano após a viagem, a Fundação Pró-Cerrado e a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Intregração (Renapsi), duas ONGs de Adair, receberam do Ministério do Trabalho, numa solenidade em Brasília, o Selo Parceiros da Aprendizagem, concedido a entidades consideradas de excelência na formação profissional. Ainda em 2010 a Renapsi, segundo VEJA, foi escolhida pelo ministério como parceira num projeto para qualificar trabalhadores no Maranhão – "isso apesar de ter credenciais nem de longe abonadoras", afirmou outro trecho da reportagem.

Agora, a presidente Dilma quer explicações convincentes e consistentes sobre a viagem do ministro ao Maranhão, para não tirá-lo da pasta imediatamente. No jogo de tramóias, o ministro Lupi se esqueceu de combinar com seu ex-assessor, o grajauense Ezequiel Nascimento de ficar de bico calado quando a bomba estourasse. Agora é tarde mais.

Confira as fatos da viagem do Ministro nas cidades marahenses, sendo uma delas Grajaú. Cliquei aqui.

Wednesday, November 09, 2011

A UFSC NINGUEM ESCREVE UMA LINHA, MAS TAMBEM É UM ANTRO DOS TRAFICANTES E BANDIDOS, AGEM A LUZ DO DIA.

continuação:

Blog

Reinaldo Azevedo

09/11/2011

às 6:47

Alô, maioria silenciosa da USP: até ontem, PCO, LER-QI e outros delírios tentavam seqüestrar os estudantes; agora o PT também entrou na jogada! Começou a campanha eleitoral de 2012. Por isso outra eleição é tão importante: a do DCE

Post aberto a todos os brasileiros, mas especialmente à maioria silenciosa da USP. Façam, senhores estudantes de verdade, com que a instituição volte a pertencer à maioria democrática! Livrem-se de seus seqüestradores!

Alguns leitores dizem que estou escrevendo demais sobre a USP, um tema de São Paulo. Não, meus caros! Estou escrevendo sobre uma questão nacional — o seqüestro das universidades públicas brasileiras por dinossauros de esquerda — e um modo de fazer política, que tem custado caro ao país, em particular à educação. Muito bem: depois de tudo, os ditos “estudantes” da USP fizeram ontem à noite uma assembléia geral e decidiram, àquela moda antidemocrática tão característica, decretar “greve geral”. Pondo as coisas nos seus devidos termos: a USP tem 89 mil alunos. Segundo os próprios líderes do “movimento”, 2 mil participaram da votação — ou 2,2%. Mais ou menos a metade (1,1%!!!) apoiou a paralisação; outro tanto se opôs. Como não dava para contar, fez-se o que se queria fazer: declarar a USP em greve. A pauta é longa: não-punição dos baderneiros presos ontem, saída do reitor João Grandino Rodas (!), fim do convênio com a PM e vai por aí.

O mais importante, neste momento, é outra coisa: agora o PT aderiu ao movimento e decidiu explorá-lo politicamente de modo aberto. A senha foi dada ontem por Fernando Haddad, ministro da (des)Educação e pré-candidato do partido à Prefeitura de São Paulo. Nos fóruns de professores e alunos, o partido comandava a festa. A “discussão” chegava a ser asquerosa. Posts abaixo, publico a mensagem que recebi de um docente da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) contando como os terroristas atuam no corpo docente. É um troço espantoso!

Muito bem! O que os petistas andavam dizendo nos tais fóruns de debates? Espertos, achavam imprudente apoiar as invasões (do prédio da FFLCH e depois da Reitoria) e a palavra de ordem “fora PM” porque têm clareza de que a maioria dos estudantes é favorável ao policialmente do campus. Mas viam nos Remelentos & Malfadinhas um bom começo da luta política — inclusive a político-eleitoral. Sua estratégia inicial era convencer os extremistas a deixar o prédio para, como eles diziam, “reunir forças” para fazer um grande movimento no ano que vem. Essa era a receita até a invasão da Reitoria. Foi aí que eles tiveram de aderir a um Plano B.

Quando o prédio da administração central foi invadido, ficou claro às cobras criadas da universidade que só haveria desocupação com o auxílio da PM. Nas palavras de um vagabundo que ajuda a perverter jovens disfarçando-se de professor, “temos a chance de jogar nas costas do Rodas e do Alckmin a ‘invasão’ (SIC) da USP pela PM e acabar com o marasmo”. Em suma: os petistas descobriram que os porra-loucas que hoje os acusam de “direitistas” (imaginem vocês! ) e “reacionários” poderiam lhes ser úteis. Ora, quem não faz acordo nem com petista não vai querer ouvir justamente a voz da razão e abandonar o prédio, certo? A partir da invasão da reitoria, os petistas passaram a contar os dias e depois as horas para que a Polícia Militar restabelecesse a ordem no Cidade Universitária.

É claro que a coisa não saiu exatamente como eles esperavam — nem como a extrema esquerda queria. Contavam com algumas bocas arrebentadas, alguns narizes quebrados, algumas testas sangrando. Não se viu nada disso! A Polícia Militar atuou com método, serenidade, correção, profissionalismo, de modo que as acusações de violência são de um ridículo atroz. Violentos, por ali, só os colecionadores de coquetéis molotov.

Antes que avance, um particular: “Reinaldo, se as esquerdas, o PT em particular, passaram a apostar na ação da PM, não seria o caso de evitá-la?” Não! Em primeiro lugar, a Polícia Militar tem de cumprir uma determinação judicial. Em segundo lugar, o fato de que oportunistas possam tentar fazer mau uso da aplicação na lei não implica que ela não deva ser aplicada. O interlocutor privilegiado da Justiça e do Executivo há de ser a legalidade, não o crime. Sigamos.

Eleições 2012
Fernando Haddad, pré-candidato à Prefeitura de São Paulo, todos lemos, foi ouvido ontem pela imprensa paulistana sobre a ação na USP como se falasse apenas na condição de especialista em educação (o que ele não é!), embora tenha se posicionado como político. Fez uma declaração delinqüente, como o que já demonstrei aqui, sugerindo que rigor policial deve ser aplicado aos viciados miseráveis da Cracolândia, mas jamais aos filhinhos de papai que choram nos ombros dos seus progenitores e escondem coquetéis molotov em prédios públicos. Vale dizer: Haddad, o progressista, sugere que dependência química deve ser tratada no porrete, e dependência ideológica, com tapinha no ombro.

Assim como Bebel, a presidente da Apeoesp, usou a greve de professores em favor do PT na eleição presidencial, o que lhe rendeu até multa do TSE, os petistas passam, a partir da agora, a usar os eventos da USP para tentar indispor os tucanos com a opinião pública. Eu espero que as pessoas responsáveis da universidade e que o governador Geraldo Alckmin, que deu uma excelente declaração ontem, tenham claro que a população de São Paulo preza a democracia e a ordem. Não digo que o Jornal Nacional vá, um dia, aplaudir a chegada da PM a uma reitoria invadida por fascistas encapuzados com a alegria tropical com que registrou a chegada da UPP à Mangueira (afinal, na USP, nem se toca samba…), mas estou certo de que chegará a hora em que, mesmo na universidade, crime seja chamado de “crime” e lei de “lei”. Ainda que isso não aconteça, o povo certamente não é bobo e sabe o nome que as coisas têm.

Eleição para o DCE
Nada menos de 87 mil estudantes estão alheios a toda essa confusão. É gente que estuda. Que estuda e trabalha. Querem, sim, mudar o mundo, mas à moda como queremos todos nós: segundo os caminhos da democracia, do estado de direito, da legalidade. No dia 27 de novembro, haverá eleição para o DCE. Hoje, há seis grupos, cinco deles de esquerda. Há uma boa possibilidade de que acabem se formando apenas três: PT, PCdoB e Partido Pátria Livre (ex-MR-8) podem se juntar numa chapa; o PSOL (hoje no DCE), inicialmente contrário à invasão, pode se unir ao PCO (Partido da Causa Operária), Partido Operário Revolucionário (POR), Liga Estratégia Revolucionária-Quarta Internacional (LER-QI) e Movimento Negação da Negação (MNN), os delinqüentes que lideraram a depredação da USP. A chapa já nasce até com nome: “27 de Outubro”, dia em que aqueles três foram flagrados fumando maconha. Vejam vocês! Antigamente, datas importantes para a “causa dos oprimidos” batizavam as organizações, como o Movimento Revolucionário Oito de Outubro, o MR-8 (Che Guevara, o porco fedorento, morreu nesse dia, em 1967); hoje, os maconheiros é que inspiram as causas! E haverá uma terceira chapa, do “Movimento Liberdade USP”, a Reação, que reúne estudantes independentes — ou seja, estudantes de verdade (leia o post abaixo)!

Atenção, maioria silenciosa da USP, que se opõe à baderna e não quer ver a sua universidade assaltada por partidos e correntes que só têm compromisso com seus próprios interesses e delírios: chegou a hora de dar uma resposta a esses celerados, aos estudantes profissionais, aos aproveitadores.

Está nas mãos da maioria silenciosa a opção pelo século 21 ou a adesão aos utopistas do século… 19!

Por Reinaldo Azevedo

Faço das palavras dele as minhas, APROVADO!!!

Blog

Reinaldo Azevedo

Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

09/11/2011

às 6:31

A desocupação da Reitoria

Leia editorial do Estadão:

Determinada pela Justiça, a desocupação da Reitoria da USP ocorreu com base no script tradicional. Assim como aconteceu no cumprimento de outras ordens judiciais idênticas, no mesmo local, a Polícia Militar (PM) realizou a operação de madrugada. Com 400 homens, a tropa de choque chegou de surpresa, cercou o prédio e, sem uso de armas de fogo, deteve os invasores. Estes, por seu lado, saíram repetindo a lengalenga “revolucionária” de sempre, apresentando-se, no momento em que foram detidos, como “presos políticos”, denunciando a opressão policial e acusando o governo estadual de “militarizar” a Cidade Universitária.

A novidade é que, ao inspecionar o prédio invadido, a PM descobriu mais do que pichações e sujeira. Além de portas arrombadas e móveis e câmeras de segurança destruídos, desta vez foram apreendidos morteiros e coquetéis molotov, o que deixou clara a intenção dos baderneiros de sempre, que há duas semanas tumultuam o câmpus. Falam em “diálogo democrático”, mas assumem sempre posições radicais que não podem levar a qualquer tipo de acordo.

Desde o início da baderna, que começou no final de outubro, quando três estudantes foram detidos depois de flagrados fumando maconha no estacionamento do prédio da História e da Geografia, os protestos contra a presença da PM no câmpus e as invasões do prédio administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas e da Reitoria tiveram a participação de cerca de 700 estudantes. No total, a USP tem quase 89 mil alunos, dos quais 50 mil só na Cidade Universitária.

Por causa da apreensão de morteiros e coquetéis molotov, que poderiam ter causado um incêndio de grandes proporções, a PM levou os 73 invasores da Reitoria para o 91.º DP. Como foram transportados em ônibus comuns, sem banheiro e ar-condicionado, os líderes do grupo chegaram ao desplante de classificar o tratamento como “tortura”. Depois de submetê-los a exame de corpo de delito, o delegado seccional abriu inquérito por crime de formação de quadrilha, dano patrimonial e desobediência a ordem judicial e fixou fiança no valor de R$ 545, mantendo encarcerado quem se recusasse a pagar.

Se a Justiça acolher a denúncia que o Ministério Público fará com base nesses inquéritos, os invasores podem ser condenados no plano criminal, perdendo a primariedade, e obrigados a ressarcir os prejuízos patrimoniais sofridos pela USP no plano civil. Além disso, a condenação judicial pode pôr fim à velha hipocrisia que está por trás das greves, piquetes e invasões promovidos por minorias radicais no câmpus. Elas se acostumaram a fazer reivindicações absurdas e a impor condições disparatadas nas “negociações” com as autoridades acadêmica, porque não lhes interessa qualquer espécie de acordo. Sem acordo, partem para atos de vandalismo e, depois, exigem que não sejam punidas pelo vandalismo. Lenientes, as autoridades universitárias acatam essas exigências - e a impunidade estimula os estudantes a voltarem à baderna com violência cada vez maior, como se não houvesse limites legais.

Isso ficou evidente no final da semana passada, quando a Justiça acolheu a ação de reintegração de posse impetrada pela Reitoria. Em vez de cumprir a ordem de desocupação, os invasores tentaram impor à Justiça, como condição para a desocupação do prédio da Reitoria, a retirada da PM do câmpus - o que devolveria a USP à infestação dos traficantes de drogas, assaltantes, estupradores e assassinos. E, mais grave ainda, mesmo depois do acintoso desacato a uma determinação judicial, eles continuaram sendo cortejados. Esquecendo-se de que no Estado de Direito todos são iguais perante a lei e ninguém tem prerrogativa de transgredir o que o direito penal classifica como crime, o ministro da Educação, numa declaração das mais infelizes, disse que a USP “não pode ser tratada como se fosse a cracolândia”.

O que se está vendo na USP nada tem a ver com questões ideológicas ou com a discussão sobre autonomia universitária. Por trás do discurso ideológico das minorias de arruaceiros - e daqueles que irresponsavelmente os cortejam - o que se tem é delinquência praticada por quem não aprendeu a respeitar a lei e a viver numa democracia.

Por Reinaldo Azevedo

Tuesday, November 08, 2011

Surrupiei lá do Reinaldo Azevedo, disse tudo e gostaria de dizer mais, mas esta de bom tamanho

08/11/2011

às 18:26

O JOGO DOS SETE ACERTOS. ONDE ESTÁ O POVO NESTA FOTO?

Vejam esta foto de André Lessa, da Agência Estado.

usp-povo-e-a-policia1

1 - De um lado, o privilégio inaceitável; de outro, o povo,

2 - De um lado, a democracia usurpada; de outro, a Constituição.

3 - De um lado, o exercício da vontade pela violência; de outro, o estado de direito.

4 - De um lado, o desperdício do dinheiro público; de outro, a sua aplicação eficiente.

5 - De um lado, o privilégio de minorias; de outro, a vontade da maioria.

6 - De um lado, o uso ilegítimo da força que oprime; de outro, o uso legítimo que liberta.

7 - De um lado, séculos de opressão; de outro, a Aurora da Lei.

É evidente que, na foto, o povo veste farda.
É evidente que, na foto, povo é a Polícia Militar.
É evidente que, na foto, quem se coloca como bastante procuradora das liberdades civis é a PM.

Revejam a imagem. Os policiais estão sendo provocados, instados a reagir, a quebrar o nariz desses babacas. Mas foram devidamente treinados para suportar suas tolices.

O bobinho que resolveu oferecer uma flor ao policial poderia estar fazendo uma referência à Revolução dos Cravos, em Portugal. Para tanto, precisaria ter mais informação, não? Ele certamente se deixou inspirar pela abertura daquela ridícula novela do SBT, “Amor e Revolução”. É um misto de Karl Marx com Silvio Santos.

Hoje é um bom dia para lembrar a Itália — ainda falarei sobre a queda de Berlusconi, o bufão. Pier Paolo Pasolini, cineasta italiano assassinado em 1975, era de esquerda. Nos embates do começo dos 70 entre estudantes extremistas e a polícia, deixou irados setores ditos “libertários” de seu país ao afirmar o óbvio: no confronto entre estudantes e soldados, o povo eram os… soldados!

Quase 50 anos depois, assistimos a essa patetice no Brasil.

Por Reinaldo Azevedo

Monday, November 07, 2011

http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/direto-ao-ponto/o-fracasso-do-pobretao-que-se-faz-de-rico-vestindo-um-fraque-puido-nos-fundilhos/

Direto da coluna do:

Augusto Nunes

07/11/2011

às 0:36 \ Direto ao Ponto

O fracasso do pobretão que se faz de rico vestindo um fraque puído nos fundilhos

“A reunião do G20 foi um sucesso relativo”, disse Dilma Rousseff. Nesse caso, outros participantes devem ter feito bonito para compensar as apresentações da supergerente do Brasil Maravilha. A foto desoladora informa aos berros, por exemplo, o que foi a conferência de imprensa que deveria juntar repórteres do mundo inteiro e demais interessados presentes ao encontro. Um fracasso absoluto. Havia menos gente na plateia do que na comitiva oficial da presidente brasileira.

É nisso que dá acreditar que governantes e jornalistas de todo o planeta disputam a socos e pontapés o privilégio de ouvir conselhos, bravatas, invencionices e embustes despejados por emissários de um pobretão que se faz de rico vestindo um fraque puído nos fundilhos.

Esta surrupiei lá do blog do Aluizio: http://aluizioamorim.blogspot.com/

FIDEL CASTRO, RAÚL E CHÁVEZ NUMA PRISÃO DE SEGURANÇA MÁXIMA. QUE TAL?

Clique sobre a foto para vê-la ampliada
Quem vocês acham que deveria (ou deveriam) fazer companhia para Fidel Castro, seu irmão Raúl e Hugo Chávez nesta prisão de segurança máxima?

Sunday, November 06, 2011

Não caia nesta é picaretagem!!!

http://economia.estadao.com.br/noticias/economia,groupon-e-lider-em-reclamacoes-sobre-compras-coletivas-no-procon-sp,91136,0.htm
Via dica do Giba: @folhanorte

Groupon é líder em reclamações sobre compras coletivas no Procon-SP

Peixe Urbano e Clube do Desconto ocupam a segunda e terceira posições no ranking

04 de novembro de 2011 | 20h 00

Bianca Pinto Lima, do Economia & Negócios

SÃO PAULO - O mercado de compras coletivas está na mira da Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), que começa a monitorar mais de perto as empresas do segmento. O site Groupon, que nesta sexta realizou um IPO milionário nos Estados Unidos, aparece em primeiro lugar no ranking de reclamações do setor elaborado pela instituição. Os números ainda são pequenos quando comparados ao total de queixas relacionadas a compras na internet, mas vem ganhando força, garante o órgão.

Segundo a pesquisa, foram realizados 190 atendimentos na capital paulista de queixas sobre o Groupon de janeiro a 30 de setembro deste ano. Na segunda posição aparece o Peixe Urbano, com 125 registros. Clube do Desconto e ClickOn vêm na sequência, ambos com mais de 100 atendimentos no período. Quando a pesquisa é ampliada para todas as compras online, os números dão um salto. Apenas no primeiro semestre de 2011, o Procon-SP registrou mais de 22 mil chamados sobre este meio de consumo.

"O site de compras coletivas é tão responsável pelo problema quanto o estabelecimento que oferece o serviço ou produto", afirma o diretor-executivo do Procon-SP, Paulo Góes. Segundo ele, as empresas já foram notificadas sobre as reclamações e a multa por descumprimento ao direito do consumidor pode chegar a R$ 6 milhões.

As principais queixas sobre o setor envolvem a não entrega do produto e dificuldades com o cancelamento do pedido. "A questão não é ter problemas, mas sim como a empresa lida com isso. Os consumidores precisam ter canais ágeis para que as falhas sejam resolvidas rapidamente e com eficiência juntos aos fornecedores", diz Goés.

A bancária Cláudia Quaglia comprou em julho um tablet e um netbook por meio de uma promoção do Groupalia, que ocupa a sétima posição no ranking, e até hoje não recebeu os produtos. Há quinze dias ela foi comunicada que receberia o valor do tablet de volta, mas o dinheiro ainda não foi depositado. Sobre o computador, a promessa é que será entregue pelo menos até o Natal. "Sempre usei sites de compra coletiva, mas hoje tenho medo de perder dinheiro", diz ela, que já registrou queixa no Procon.

No Facebook, uma comunidade chamada "Processo Coletivo: Groupalia, Groupon e Fluente Celular" reúne mais de mil membros que foram lesados pelas empresas e pelo fornecedor na compra de TVs, câmeras e outros produtos eletrônicos. A página recebe atualizações diárias sobre as negociações com os sites e processos abertos na Justiça.

Questionada sobre a liderança no ranking, o Groupon afirmou que "muitas das reclamações devem-se ao fato de o comprador não ler com atenção as regras da oferta". A empresa diz ainda que o primeiro lugar no levantamento é "um fato pontual, que se deve a problemas com parceiros específicos, que já estão sendo solucionados".

Esta eu surrupiei do blog do meu Amigo Canga: http://cangarubim.blogspot.com/

Saturday, November 05, 2011

Wednesday, November 02, 2011

Governo "Brasileiro" é contra a comunidade indigena!!!

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI5448633-EI6578,00-Funai+exonera+lider+indigena+kayapo+que+se+opoe+a+Belo+Monte.html

Terça, 1 de novembro de 2011, 20h13 Atualizada às 20h23

Funai exonera lider indígena kayapó que se opõe a Belo Monte

Felipe Milanez
De São Paulo (SP)

Megaron Txucarramãe ou, Mekaron-ti, como se escreve na sua língua, ou "espírito forte", "espírito grande", segundo possíveis traduções para o português, um dos maiores lideres indígenas do Brasil, guerreiro kayapó que é sobrinho do famoso cacique Raoni, foi exonerado do cargo que ocupava na Funai.

A notícia, que tem se espalhado pelas redes sociais, tem provocado revoltas. Principalmente, por ter o aspecto e indícios de retaliação do governo em razão das posições políticas assumidas por Megaron, que é contra Belo Monte e outras barragens que afetam povos indígenas.

Ao se analisar a trajetória de Megaron, é compreensível a incompreensão deste ato da Funai por aqueles que defendem os índios. A atitude do governo tem sido considerado arbitrária para antropólogos. Megaron sempre foi visto como um importante interlocutor com os povos indígenas, várias vezes cotado para assumir a presidência da Funai. Sem ele no órgão, o temor é que a relação conflituosa entre povos indígenas e governo se torne ainda pior.

Revoltados, os kayapó ocuparam a sede da Funai em Colíder. Fizeram danças de guerra, expressando revoltas e indignação.

Ao saber da notícia, liguei para Colíder, onde fica a sede da Funai da qual Megaron era coordenador, e também sede do Instituto Raoni. Surpreendido pela notícia de sua exoneração, Megaron me disse, pelo telefone: "Essa decisão foi uma surpresa. Ninguém me informou. Ninguém chegou até mim e para falar o que eu fiz de errado, por que fui exonerado. Simplesmente publicaram a portaria com minha exoneração."

Perguntei a Megaron se, depois da exoneração, ele mudaria sua opinião sobre a construção de Belo Monte.

"Não. Não vou ser a favor de Belo Monte e nenhuma outra construção de barragem. Minha posição é só uma. Pode trazer para mim 100, 200 caminhões de dinheiro. Eu não vou aceitar."

Raoni, traduzido por uma jovem kayapó, falou: "Não gostei dessa decisão que o presidente tomou. Vou mandar uma carta para o ministro e se o ministro não atender, nós vamos para Brasília. Vou juntar meu povo, e vamos para Brasília protestar."

Sobre a exoneração, Marina Villas Bôas, viúva de Orlando e que viu Megaron crescer, afirmou: "Acompanhei o Orlando instruindo as atuais lideranças do Xingu. Megaron era uma delas. E não faz sentido, depois de anos em que ele defende os índios, ser afastado da Funai, o órgão que deveria defender os índios".

Noel Villas Bôas, filho de Orlando, foi ainda mais crítico: "Lamentavelmente, o senhor Márcio Meira demonstra total incapacidade para ocupar o cargo de presidente da Funai. Consegue, em pouco tempo, destruir o que demorou 100 anos para ser consolidado na política indigenista."

A Funai não se manifestou sobre a exoneração.

Abaixo, carta distribuída pelas lideranças indígenas do povo Mebengokre (autodenominação dos kayapó) contrárias à exoneração.

CARTA DE REPÚDIO AO PRESIDENTE DA FUNAI MARCIO MEIRA

Nós, povo Mebengokre (Kayapó), tornamos público que repudiamos a portaria FUNAI/DPDS nº 55, publicado no dia 28 de Outubro de 2011, que exonerou o Sr. Megaron Txucarramãe do Cargo de Coordenador Regional da FUNAI de Colider-MT.

Tendo em vista que a Funai não apresentou qualquer justificativa para a tomada deste ato extremo, nós, indígenas liderados pelo Cacique Raoni, entendemos que não há motivos para esta decisão, que consideramos arbitrária e contra os princípios do estado democrático. Megaron Txucarramãe vem lutando, há décadas, em defesa do seu povo, de forma digna, sem nunca ter cometido alguma ilegalidade, e sempre respeitado a Constituição Federal.

Informamos que o Sr Megaron Txucarramãe, no exercício de sua função como Coordenador Regional, desde a criação da Coordenadoria Regional da Funai de Colider-MT, oferece todas as assistências junto a nós povos indígenas Mebengokré e outras etnias como Panará, Kaiabi, Apiaká, Tapayuna, Juruna, Trumai, Terena e Guarani, jurisdicionadas a referida Coordenação Regional, assistências estas como a preservação, conservação e proteção territorial e ambiental das nossas terras e recursos naturais nelas existentes, bem como impedir atividades como invasão de madeireiros, garimpeiros e demais empreendimentos que colocam em risco os nossos territórios entre outros. O Sr Megaron Txucarramãe é funcionário de carreira da FUNAI desde 1971.

Mais do que as obrigações legais, Megaron ajuda a todos nos, indígenas, a sobreviverem, fisica e culturamente, em um ambiente cada vez mais contrário aos índios.

Informamos ainda que o Sr. Megaron vem lutando há anos pelo respeito aos direitos dos povos indígenas, de nossas culturas e de nossas terras, direitos estes garantidos na Constituição Federal 1988 no artigo 231 e 232 e demais legislações internacionais dos quais o Brasil é signatário. Por este motivo, pela defesa que Megaron faz dos índios, e pela posição do governo brasileiro, consideramos essa exoneração como perseguição política e pessoal para desestabilizar a união e confiança pelo qual ele representa junto aos povos indígenas.

A comunidade indígena esta revoltada e indignada com essa arbitrariedade. A FUNAI não tem conseguido representar nem defender os índios, e agora, exonera um índio que, dentro da FUNAI, defendia os índios. Prova dessa insatisfação geral é que várias nações indígenas estão se manifestando contra essa decisão da FUNAI.

Nós indígenas queremos uma resposta sobre o motivo dessa exoneração. Queremos que sejam dados motivos públicos, esclarecida a razão pela qual esta decisão foi tomada. Será que essa decisão foi tomada em razão da luta de Megaron Txucarramãe, do seu trabalho para organizar e prover autonomia ao seu povo e aos povos? Em assumir uma posição de lutar em defesa do seu povo contra a construção de barragens, como por exemplo, a do coração da Amazônia, que afetará os territórios indígenas Kururuzinho, Munduruku e Apiaka? Defender o território indígena, lutando pela demarcação e preservação dessas áreas? Ou pelo motivo de Megaron Txucarramãe ser um guerreiro, que não se corrompe por ter orgulho de ser índio?

Por estes motivos, em razão da truculência, da ilegalidade do ato, da falta de motivos, do evidente preconceito que está contido no decreto de exoneração, nosso povo requer a revogação dessa Portaria. Queremos e pedimos que Megaron Txucarramãe continue a frente do cargo de Coordenador Regional de Colider-MT, por entender que ele é a pessoa mais apropriada para defender e lutar por nossos interesses e direitos, como sempre vem realizando, sem medir nenhum esforço para realização dessas ações. Lembre-se da história de luta e de vida que tem o senhor Megaron Txucarramãe, sucessor do Cacique Raoni, desde a década de 60 acompanhado dos irmãos Villas Boas na criação da Terra Indígena do Xingu, entre outras lutas para a defesa da sobrevivência de todas as populações indígenas do Brasil.

POVO MEBEGNOKRE, 01 de novembro de 2011

Tuesday, November 01, 2011

E a novela da CPI começa a ficar emocionante
A parlamentar só disse a missa a metada, a CPI é sim intrumento tambem fiscalizador e para condenar, pois já se descobriu muita maracutaia com a grana (alheia) dos Musicos e Compositores.
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PLENÁRIO / PRONUNCIAMENTOS

31/10/2011 - 18h55
Lídice da Mata: objetivo da "CPI do Ecad é modernizar lei de direito autoral" Esta matéria contém recursos multimídia
[senadora Lídice da Mata ]
A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) afirmou, em discurso nesta segunda-feira (31), que o objetivo da CPI que investiga a atuação do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) não é "demonizar" a entidade, mas sim modernizar a lei de direito autoral do país (Lei 9.610/98). Lídice, integrante da comissão, participou de audiência pública sobre o tema realizada na Assembleia Legislativa da Bahia na última quinta-feira (27).

- Há uma sensação de que se inicia conversa entre todos os segmentos da criação cultural, o que pode, sem dúvida, ser significativo de que a CPI ajude a criar ideias que modifiquem a lei que rege o direito autoral no Brasil, mas que se aprofunde no que diz respeito à cópia e ao direito democrático à arte. A grande polêmica na CPI é se o Estado deve fiscalizar as ações do Ecad, como sociedade de direito privado - observou.

A senadora informou que participaram da audiência cantores e compositores do estado como Durval Lelys, do grupo Asa de Águia; Valter Queiroz; Carlos Capinan; Tonho Matéria; e Walmir Lima. Também compareceram o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP); secretário de Cultura da Bahia, Albino Rubim; o representante do Ecad no estado, Gabriel Valois; e o presidente da Associação das Rádios Públicas do Brasil (Arpub), Mário Sartorello.

Segundo Lídice, os trabalhos da CPI têm sido uma oportunidade para se entender o "grande e grave problema que é o direito autoral".

- Vamos evoluir, quem sabe, para no futuro termos uma legislação que garanta a reconstituição de um conselho nacional de defesa do direito autoral que possa atuar juntamente com as entidades que representam os compositores e músicos deste país.